Entre os dias 02 e 08 de fevereiro, você terá a chance de aprender todas as técnicas, desde os primeiros pontos até a montagem final.
Se você está em busca de uma atividade que acalme a mente ou quer aproveitar a proximidade da Páscoa para garantir um presente artesanal único (ou até uma graninha extra), trazemos uma dica preciosa: a Oficina Fofuxos, comandada pela especialista em amigurumis Ju Sanches (@cacoamigurumi).
O amigurumi é aquela técnica japonesa de fazer bonecos de crochê que conquistou o coração das famílias. Além de serem brinquedos seguros e afetivos para os bebês e crianças, produzir essas peças é uma verdadeira terapia contra a ansiedade e o estresse do dia a dia. Entre os dias 02 e 08 de fevereiro, você terá a chance de aprender todas as técnicas, desde os primeiros pontos até a montagem final. Clique aqui e garanta já sua inscrição gratuita!
O que você vai aprender?
As aulas são gravadas para você assistir no seu ritmo, direto no seu e-mail:
O que você vai aprender?
As aulas são gravadas para você assistir no seu ritmo, direto no seu e-mail:
Por que participar?
A Ju Sanches é especialista em ajudar mulheres a conquistarem independência financeira através do artesanato. A oficina é perfeita para:
Mães que buscam um novo hobby relaxante para os momentos de pausa.
Quem deseja gerar renda extra vendendo mimos personalizados de Páscoa.
Vovós e titias que querem fazer um presente exclusivo e durável para os pequenos.
Embora o curso seja focado em adultos, adolescentes e crianças maiores (com supervisão) podem se beneficiar muito dessa atividade. O amigurumi ajuda a desenvolver a coordenação motora fina, estimula a paciência e melhora a concentração. É uma forma lúdica de desconectar os jovens das telas e ensiná-los o valor de criar algo com as próprias mãos.
Fazer o próprio presente de Páscoa tem um valor emocional que nenhum chocolate de supermercado consegue superar. É uma peça que vira herança de infância e acompanha o crescimento do seu “Vipzinho”.
E aí, você já tem experiência com agulhas ou vai aproveitar essa oficina para descobrir um talento que estava escondido?
Você abre uma receita de amigurumi em PDF… rola a tela… olha aquelas páginas cheias de texto… e sente um aperto por dentro.
A cabeça já começa a pensar: “Isso não é pra mim.” “É muito complicado.” “Vou errar tudo.”
Se você já fechou uma receita antes mesmo de começar, esse texto é pra você. E não: isso não significa que você não sabe crochetar.
A maioria das artesãs não trava porque a receita é difícil. Ela trava porque não aprendeu a LER a receita.
Receita de amigurumi não é um texto comum. Ela é escrita de um jeito próprio, quase como um “idioma”.
Quando ninguém te explica isso antes, o que acontece é:
você acha que tem que entender tudo de uma vez
você tenta ler do começo ao fim como se fosse uma história
você se sente perdida já na primeira página
E aí vem o medo de errar, de desperdiçar material ou de “não dar conta”.
Exemplos reais do dia a dia da artesã
👉 Você abre o PDF, vê várias páginas e já pensa: “Isso aqui é grande demais.”
👉 Você encontra palavras abreviadas e sente que “todo mundo entende, menos você”.
👉 Você fica na dúvida se começa pelo corpo, pela cabeça ou por outra parte, mas tem vergonha de perguntar.
👉 Você até sabe fazer ponto baixo, aumento e diminuição… mas mesmo assim sente que a receita “não conversa com você”.
Isso não é falta de capacidade. É falta de orientação.
Orientações práticas
Aqui é importante deixar algo bem claro:
📌 Você não precisa entender a receita inteira para começar. 📌 Você não precisa “decorar” nada. 📌 Você não precisa ser avançada.
O erro mais comum é achar que:
só artesã experiente entende receita
quem entende, já nasceu sabendo
se você travou, o problema é você
Nada disso é verdade.
Receitas de amigurumi podem ser aprendidas passo a passo, desde que alguém te explique:
como olhar para elas
como se organizar
o que realmente importa no começo
E é exatamente isso que essa temporada vai fazer.
O que evitar / erros comuns
❌ Achar que precisa entender tudo antes de começar ❌ Ler a receita inteira de uma vez e se assustar ❌ Comparar sua dificuldade com artesãs experientes ❌ Guardar a dúvida e desistir em silêncio ❌ Pensar que “receita em PDF não é pra você”
Esses erros são comuns e reversíveis.
Se você trava na hora de ler uma receita de amigurumi, saiba de uma coisa importante:
👉 o problema não é a receita 👉 o problema não é você
O que falta é aprender a ler a receita do jeito certo, com calma, no seu tempo.
A partir daqui, vamos caminhar juntas, um passo de cada vez, para que você pare de ter medo de PDF e passe a olhar uma receita com mais segurança.
👉 Se você já travou lendo uma receita, fique por aqui. Essa temporada foi criada justamente para te ajudar a perder o medo e ganhar confiança. Na próxima postagem vamos aprender a Estrutura da receita!
Programa da Prefeitura de São Paulo abre inscrições para artesãos e manualistas interessados em participar do evento
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, abriu inscrições para os empreendedores manuais credenciados no Mãos e Mentes Paulistanas que tenham interesse em participar da feira de artesanato do Catafolia, evento de carnaval que acontecerá nos dias 14, 15 e 17 de fevereiro no Museu Catavento.
O programa, que fomenta, desenvolve e apoia o setor artesanal na capital paulista, levará 10 artesãos e manualistas para participar do evento, expondo e vendendo seus produtos autorais feitos à mão.
Um dos principais espaços de ciência, cultura e educação da capital, o Museu Catavento é reconhecido por sua programação voltada à divulgação do conhecimento e à formação de públicos de todas as idades. A realização da feira do Mãos e Mentes Paulistanas no local amplia o alcance do artesanato da cidade, inserindo a produção autoral dos artesãos em um ambiente de grande circulação, promovendo o encontro entre criatividade, empreendedorismo e inovação.
A seleção dos participantes será realizada pela curadoria de produtos do programa, que levarão em consideração critérios como identidade visual, sustentabilidade, design, inovação, qualidade técnica e acabamento.
Com participação gratuita e barracas fornecidas pelo Mãos e Mentes, os interessados têm até 4 de fevereiro para realizar a inscrição pelo seguinte link.
“Levar o artesanato paulistano para um espaço como o Museu Catavento, especialmente durante o Carnaval, é uma forma de conectar cultura, criatividade e empreendedorismo em um ambiente de grande circulação e acesso democrático. O Mãos e Mentes Paulistanas amplia as oportunidades de comercialização para os artesãos, ao mesmo tempo em que valoriza a produção autoral feita à mão e aproxima o público de diferentes expressões da economia criativa da cidade”, destaca Rodrigo Goulart, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.
Critérios de participação
A participação nas feiras é gratuita e, para se candidatar, o empreendedor manual deve ser credenciado no Mãos e Mentes Paulistanas; vender apenas peças feitas à mão pelo próprio artesão; possuir certificado de uma das turmas de 01 a 15 ou ter concluído os cursos “Modelagem de Negócios” e “Coleção Organizada: do Planejamento à Produção” (antigo Planejamento de Coleção) da qualificação empreendedora do programa e ter a disponibilidade de estar presente no evento durante todo o período de realização.
Sobre o Mãos e Mentes Paulistanas
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, conta com um programa de apoio ao setor de artesanato e manualidades da Capital, o Mãos e Mentes Paulistanas.
Lançada em 2019, a iniciativa tem como objetivo a melhoria da atividade econômica e social de empreendedores artesanais da cidade. O programa promove diversas atividades que buscam desenvolver o setor de artesanato e manualidades, além de estimular a inclusão produtiva, o acesso ao mercado e a geração de renda dos trabalhadores manuais.
O Mãos e Mentes atua por três eixos principais, como o cadastramento municipal de empreendedores do setor; a promoção de cursos de capacitação empreendedora; e o acesso ao mercado e participação em eventos. Para utilizar os serviços e recursos oferecidos, é necessário estar credenciado no programa.
Interessados em se credenciar e participar das ações do programa podem se inscrever pelo link.
SERVIÇO Feira de Artesanato no Catafolia Inscrições até 04 de fevereiro pelo link Data: 14, 15 e 17 de fevereiro Horário: 10h às 16h Vagas: 10 vagas Local Museu Catavento Endereço: Avenida Mercúrio – Parque Dom Pedro II, s/n – Brás
Inscrições devem ser enviadas para o e-mail cultura @canela.rs.gov.br até o dia 11 de fevereiro
Até o dia 11 de fevereiro, artesãos locais interessados em comercializar seus produtos na feira de artesanato da Páscoa em Canela, podem enviar a inscrição para o e-mail cultura @canela.rs.gov.br, com a documentação indicada no edital, acompanhada do formulário devidamente preenchido. A Prefeitura Municipal, via Secretaria de Turismo e Cultura, disponibilizará 12 “casinhas” para os artesãos credenciados, no espaço a ser montado na rua Serafim Dias, atrás da Casa de Pedra.
A Páscoa em Canela ocorrerá de 21 de março a 19 de abril, com programação totalmente gratuita e aberta ao público na Praça João Corrêa e ruas centrais da cidade. Na rua Serafim Dias, como já aconteceu durante o 38º Sonho de Natal, haverá a feira de artesanato, da qual participam os artesãos da Associação Canelense e também aqueles credenciados pelo edital da Prefeitura.
Os artesãos credenciados irão comercializar seus produtos em “casinhas de madeira”, com tamanho de 1,40m por 2,10m.
Inscrição
As inscrições serão aceitas até às 23h59 do dia 11 de fevereiro, exclusivamente pelo e-mail cultura @canela.rs.gov.br, com o envio da documentação e formulário preenchido, disponíveis no edital do chamamento público, que pode ser acessado aqui.
No assunto do e-mail, deverá estar escrito “Inscrição artesão Páscoa em Canela 2026”, e o nome do solicitante. No corpo do e-mail deverá constar: Nome Completo; CNPJ (domiciliado em Canela) ou a Carteira de Artesão (validade em dia); número do CNPJ ou CPF; endereço completo (em Canela); telefone para contato; e a declaração “Li e concordo com o REGIMENTO INTERNO – FEIRA DE ARTESANATO “PÁSCOA EM CANELA 2026”” – após ler o regimento, concordando com o mesmo.
Mais informações poderão ser conferidas com o Departamento de Cultura da Secretaria de Turismo e Cultura pelos telefones (54) 3282-5100 e 3282-5124, das 8h às 11h e das 13h às 16h30, ou no e-mail cultura @canela.rs.gov.br.
Você já começou um amigurumi inteira e só no final percebeu que ele saiu maior ou menor do que você queria? 😣
Ou fez quase tudo e percebeu que os pontos ficaram largos demais, deixando buracos, ou apertados demais, deixando a peça dura?
Isso costuma acontecer porque muitas artesãs pulam o teste de amostra e já começam o projeto sem testar sua tensão, combinação de linha + agulha ou como o ponto está se comportando.
Mas calma! Isso é super normal e tem solução simples.
O teste de amostra (também chamado de “swatch”) é um pequeno pedacinho de trabalho feito antes do projeto inteiro. Ele ajuda você a:
✔ descobrir se seus pontos estão muito apertados ou muito soltos ✔ ver se a combinação de sua linha e agulha está parecida com o que a receita espera ✔ imaginar o tamanho final com mais precisão ✔ evitar surpresas depois que você já dedicou tempo e material no amigurumi inteiro
Sem esse teste, você fica “no escuro” , e aí acaba se frustrando quando o resultado não bate com o que você tinha imaginado.
👉 Exemplo 1: Você começa a fazer a cabeça do amigurumi sem testar nada antes. Depois de algumas carreiras percebe que os pontos estão bem abertos e parecem “furadinhos”. Resultado: a sua peça ficou mais aberta, com enchimento aparecendo.
👉 Exemplo 2: Você usa uma linha nova sem testar e descobre lá no meio do corpo que o material é mais grosso do que o que a receita prevê. Resultado: o boneco ficou maior e desproporcional ao que você esperava.
Se você tivesse feito um pequeno teste antes, teria percebido isso logo no começo.
Orientações práticas (passo a passo)
Passo 1 — Pegue o mesmo material que vai usar
Use exatamente:
a mesma linha
a mesma agulha
o mesmo tipo de ponto baixo que a receita indica
Isso é essencial para que o teste seja válido.
Passo 2 — Faça um quadradinho de teste
🧶 Faça cerca de 10 a 15 cm de largura em ponto baixo (ou um pedaço parecido com o que a receita usa).
Não precisa ser enorme , é só um pedaço suficiente pra você ver e comparar.
Passo 3 — Veja como o ponto ficou
Observe:
👀 Se os pontos estão muito apertados Resultado: pode ser difícil encher depois, você vai gastar mais tempo e pode deixar a peça dura.
👀 Se os pontos estão muito frouxos Resultado: a peça pode ficar com buracos, a fibra pode aparecer e o amigurumi pode “desmanchar” com facilidade.
Passo 4 — Meça esse quadradinho
Use uma fita métrica e veja o tamanho real dos pontos.
Por exemplo: 📏 10 pontos no teste = 5 cm 📏 10 carreiras = 4 cm
Essas medidas vão te dar um parâmetro de quanto vai crescer seu amigurumi conforme a receita.
Passo 5 — Ajuste se necessário
Com base no teste, você pode:
👉 Trocar para uma agulha maior (se o ponto estiver muito apertado) 👉 Trocar para uma agulha menor (se o ponto estiver muito solto) 👉 Ajustar sua tensão de ponto conforme sentir mais confortável
Repita o teste até ficar satisfeita antes de começar o projeto inteiro.
O que evitar / erros comuns
❌ Começar o projeto direto sem testar antes Isso quase sempre leva a surpresas desagradáveis.
❌ Testar com outro tipo de linha ou agulha O resultado não vale como referência se não for o mesmo material.
❌ Não medir o teste depois de pronto Olhar só visualmente pode enganar — a fita métrica é sua melhor amiga aqui!
❌ Ignorar o resultado porque “parece ok” sem medir Às vezes os olhos não captam diferença de meio milímetro, mas isso altera o tamanho final.
Fazer um teste de amostra antes de começar qualquer amigurumi pode parecer um passo extra… mas ele poupa tempo, material e frustração.
No próximo capítulo da trilha, vamos falar sobre como interpretar as medidas desse teste de amostra para saber exatamente qual será o tamanho final do seu amigurumi antes de começar.
Você e outra artesã fazem a mesma receita… Com a mesma linha… E o resultado é esse:
O seu ficou maior
O dela ficou menor
Ou os dois ficaram diferentes do tamanho prometido
E você pensa:
“Mas eu segui a receita certinho!”
💙 A verdade é: Na maioria das vezes, o problema NÃO é a receita.
😣 O que realmente causa essa diferença?
Existem 3 grandes vilões que mudam totalmente o tamanho do amigurumi:
1️⃣ Tensão do ponto 2️⃣ Tipo de linha 3️⃣ Tipo de agulha
A receita é só o “mapa”. Quem muda o resultado final é a forma como você crocheta.
🧶 1. Tensão do ponto (o principal motivo)
O que é tensão do ponto?
Tensão é o quanto você:
Aperta o fio
Puxa o ponto
Deixa o ponto mais justo ou mais solto
Cada pessoa tem uma mão diferente.
👉 Artesã que puxa mais forte → peça menor e mais dura 👉 Artesã que crocheta mais solto → peça maior e mais mole
Por isso:
💡 Duas pessoas nunca fazem pontos exatamente iguais.
Exemplo real (muito comum):
Duas artesãs usam:
Mesma linha
Mesma agulha
Mesma receita
Mas:
Uma puxa o fio com força
A outra crocheta mais relaxada
Resultado: ❌ Tamanhos diferentes ❌ Textura diferente ❌ Aparência diferente
Como achar a SUA tensão ideal?
Aqui vai o jeito mais simples:
✅ Teste do dedinho
Faça alguns pontos e tente passar o dedo:
Se quase não passa → está MUITO apertado
Se passa fácil e abre buraco → está MUITO solto
Se passa com leve resistência → tensão boa para amigurumi
✅ Olhe os buraquinhos
Amigurumi não pode ter buraco grande.
Se aparece enchimento → ponto solto demais
Se está duríssimo e difícil de passar agulha → apertado demais
O ideal é: 🧸 Firme 🧸 Sem buracos 🧸 Sem virar uma pedra
🧵 2. Tipo de linha muda tudo
Mesmo que a receita diga:
“Use linha Amigurumi”
Nem toda linha é igual!
Muda:
Espessura
Elasticidade
Textura
Exemplo real:
Linha mais grossa → peça maior
Linha mais fina → peça menor
Linha mais dura → peça mais firme
Linha mais macia → peça mais molinha
Mesmo dentro da mesma marca, pode ter diferença.
Como escolher a linha certa?
Pergunte para a peça:
🧸 É para criança? → linha mais macia 🧸 É decorativa? → pode ser mais firme 🧸 Precisa ser pequena? → linha mais fina 🧸 Precisa ser grande? → linha mais grossa
Não existe só “linha certa”. Existe linha certa para o objetivo.
🪝 3. Tipo de agulha (muita gente ignora isso)
A agulha também muda o tamanho.
Regra simples:
Agulha maior → ponto maior → peça maior
Agulha menor → ponto menor → peça menor
Mesmo diferença de 0,5mm já muda o resultado!
Como escolher a agulha no amigurumi?
Para amigurumi, a regra prática é:
👉 Usar agulha MENOR do que a indicada na linha
Por quê?
Fecha melhor os pontos
Evita buracos
Deixa a peça mais firme
Exemplo: Se a linha indica agulha 3,0mm Tente usar 2,0mm ou 2,5mm
😵 Por que a receita não garante o tamanho final?
Porque a receita NÃO controla:
❌ Sua mão ❌ Sua tensão ❌ Sua linha ❌ Sua agulha
Ela só diz: “Faça tantos pontos”
Mas quem dá o tamanho real é: 👉 Você
💡 A verdade que quase ninguém fala
Por isso, quando uma receita promete:
“Peça final: 20cm”
Na prática, isso significa:
20cm PARA QUEM CROCHETA COMO A AUTORA.
Não necessariamente para você.
🎯 Como evitar frustração com tamanho
Aqui estão 3 atitudes simples que mudam tudo:
✅ Ajustar sua tensão ✅ Escolher linha pelo objetivo ✅ Ajustar a agulha para fechar bem o ponto
Isso já reduz MUITO a diferença.
🔜 O que vem no próximo capítulo?
No próximo post da série, vamos falar sobre:
👉 O que realmente influencia no tamanho final do amigurumi (e quase ninguém explica)
Vamos mostrar:
Enchimento
Tipo de ponto
Mudanças durante a peça
Detalhes que aumentam ou diminuem sem você perceber
💙 Por que a Central fala sobre isso?
Porque a Central existe para:
🧠 Fazer a receita funcionar na vida real 🧠 Evitar frustração 🧠 Ajudar você a ter resultado previsível
E no final da série, vamos mostrar a solução que ajuda você a:
📏 Ter uma ideia do tamanho da peça ANTES de crochetar (economizando tempo, linha e paciência)
Artes plásticas e artesanato em crochê estão entre as atividades oferecidas nas unidades do Parque Nossa Senhora das Dores e do Jardim Vista Alegre
A Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Cultura, abre inscrições para novos alunos das Casas de Cultura I e II, com cursos gratuitos previstos para 2026. As inscrições acontecem entre os dias 26 e 27 de janeiro, conforme cronograma específico para cada unidade, e as vagas serão preenchidas por ordem de chegada.
Na Casa de Cultura I, localizada no Parque Nossa Senhora das Dores, estão disponíveis 28 vagas para o curso de Artes Plásticas – Artesanato em Crochê, destinado a pessoas a partir de 14 anos. As inscrições para esta unidade ocorrem na segunda-feira, 26 de janeiro.
Já a Casa de Cultura II, no Jardim Vista Alegre, oferece 28 vagas para Artes Plásticas – Artesanato em Crochê e 20 vagas para Artes Plásticas (iniciante), ambas voltadas ao público a partir de 14 anos. As inscrições para esta unidade acontecem na terça-feira, 27 de janeiro.
As inscrições são realizadas das 9h às 12h e das 13h às 16h30, diretamente na unidade onde o aluno pretende cursar a atividade. No ato da inscrição, a matrícula já será efetuada, sendo necessária a apresentação de cópia da certidão de nascimento ou RG do aluno, RG do responsável no caso de menores de idade, comprovante de residência atualizado e uma foto 3×4 recente.
As aulas têm início previsto para o dia 9 de fevereiro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone ou WhatsApp (19) 3441-5493.
Endereços: Casa de Cultura I Oswaldo Salibe: Rua Renato Moreti, 222, Parque Nossa Senhora das Dores. Casa de Cultura II: Rua Alberto Pellegrino, 37, Jardim Vista Alegre.
As inscrições para expositores participarem de mais uma edição da Vila Artesã e da Cidade das Flores acontecem nesta terça (27) e quarta-feira (28). Para se inscrever, os interessados devem ir até a sede da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Seama), na Rua Antônio Carlos Brito, bairro Ana Lúcia, ao lado da fábrica Bibi, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
A Vila Artesã é uma feira de artesanato que tem como objetivo valorizar o trabalho de artesãs e artesãos do município, fortalecer a economia criativa e incentivar o empreendedorismo local. Já a Cidade das Flores oferece uma ampla variedade de flores e plantas ornamentais, como cactos, suculentas, rosas do deserto e outras espécies.
Evento espera reunir cerca de 2 mil pessoas e oferece espaço individual para expositores, sem taxa sobre vendas
Estão abertas as inscrições para a Feira Criativa do Flores Blues Jazz Festival 2026, evento marcado para os dias 6, 7 e 8 de fevereiro, no Parque da Vindima Eloy Kunz, em Flores da Cunha.
O espaço é voltado a produtores e marcas autorais das áreas de moda criativa, música, cinema, artesanato e design. A proposta é oferecer uma vitrine qualificada de visibilidade e vendas, em meio a uma programação musical dedicada ao blues e ao jazz, cuja expectativa á atrair cerca de 2 mil pessoas ao longo dos três dias.
A Feira Criativa contará com estrutura organizada, circulação constante de público e não terá cobrança de taxa sobre as vendas. O custo do espaço é de R$ 150, valor que pode ser revertido em associação à APAC com validade de um ano, caso haja interesse.
Cada expositor terá um espaço individual de 9 m² (3 m x 3 m), com ponto de energia elétrica. A feira ocorre na sexta-feira, das 19h30 à 0h30; no sábado, das 18h à 0h30; e no domingo, das 14h30 às 18h30.
Mais informações e inscrições podem ser obtidas com Lucas Barros, pelo telefone/WhatsApp (54) 99193-6223 ou pelo Instagram @floresbluesjazzfestival.
Artesãos interessados devem apresentar seus trabalhos entre os dias 24 e 26 de fevereiro, para avaliação, na Sede Social ou em uma unidade regional
O Bazar de Artesanato de Dia das Mães, que este ano acontece de 4 a 8 de maio, terá abertura de inscrições para expositores entre os dias 24 e 26 de fevereiro; o evento é exclusivo para artesãs e artesãos associados da AFPESP.
As inscrições podem ser realizadas na Sede Social (Coordenadoria de Eventos) ou em uma unidade regional. Interessados podem apresentar até três técnicas de artesanato que desejem comercializar no bazar.