Vender amigurumis vai muito além de postar uma foto bonita no Instagram. É sobre criar conexão, entender seu público e valorizar seu trabalho. Se você já tentou vender e sentiu que “não deu certo”, talvez esteja cometendo um desses erros — e a boa notícia é que todos eles têm solução!
1. Não saber quem é seu público
Você está tentando vender para todo mundo? Esse é um erro comum. Quando você tenta agradar todos, acaba não se conectando com ninguém. Como evitar: Defina quem é sua cliente ideal. É uma mãe que quer presentear o filho? Uma colecionadora de bichinhos? Fale diretamente com ela.
2. Precificar sem estratégia
Cobrar “o que acha justo” ou “o que a vizinha cobra” pode te deixar no prejuízo. Como evitar: Calcule seus custos, tempo de produção e valor agregado. E lembre-se: seu trabalho tem valor emocional e artístico.
3. Fotos que não valorizam o produto
Fotos escuras, desfocadas ou com fundo bagunçado afastam compradores. Como evitar: Use luz natural, fundos neutros e destaque os detalhes do amigurumi. Invista tempo na apresentação.
4. Não contar a história por trás da peça
As pessoas compram com o coração. Se você só mostra o produto, perde a chance de criar conexão. Como evitar: Compartilhe o processo, o nome do bichinho, o que ele representa. Humanize sua arte.
5. Falta de consistência nas redes sociais
Postar uma vez por mês não cria relacionamento. Como evitar: Crie uma rotina de conteúdo. Mostre bastidores, depoimentos de clientes, dicas e curiosidades. Seja presente.
💡 Vender amigurumis é possível — e pode ser leve, prazeroso e lucrativo. Com pequenas mudanças, você transforma sua arte em negócio.
Se você pensa em transformar seu hobby em algo rentável, é natural se perguntar: será que amigurumi dá lucro? A resposta é sim — mas depende do seu modelo, esforço e estratégia. Vamos aos números reais:
Quanto custa e por quanto você pode vender?
De acordo com relatos e pesquisas recentes:
Amigurumis simples (modelos básicos): vendidos entre R$ 30 e R$ 60.
Peças com design mais elaborado: variam entre R$ 100 e R$ 300 (ou mais).Montar um Negócio
Em plataformas como Elo7, bonecos de aproximadamente 30 cm são vendidos por cerca de R$ 200 ou mais, enquanto os modelos mini (menores) custam até R$ 50.D’ellas Atelier
Outros relatos destacam chaveirinhos entre R$ 15 e R$ 35, e bonecos grandes ultrapassando R$ 100, dependendo do tema e acabamento.Artesanato vida
Cenários reais de faturamento
Baseado em relatos com dados práticos:
Produzindo 40 amigurumis simples por mês, com preço médio de R$ 45, você pode faturar até R$ 1.800/mês.
Se investe em peças elaboradas, com preço médio de R$ 150, o faturamento mensal pode chegar a R$ 6.000.Montar um Negócio
Em plataformas como Simplesmente Amigurumi, muitos artesãos relatam faturamentos entre R$ 1.000 a R$ 3.000/mês.Simplesmente Amigurumi 5.0
Alguns conseguem manter rendimentos contínuos nessa faixa trabalhando com destaque online e personalização.Artesanato vidablog.goiana.net
Lucratividade: quanto sobra no bolso?
Os custos de materiais em amigurumis simples costumam ser bem baixos (muitas vezes abaixo de R$ 15), e as margens de lucro podem variar entre 80% e mais de 100% se você consegue agregar valor à sua marca.Montar um Negócio
Resumo prático
Tipo de Amigurumi
Preço Médio de Venda
Faturamento Mensal (40 peças)
Modelos simples
R$ 30–60
R$ 1.200–2.400
Modelos elaborados
R$ 100–300+
R$ 4.000–12.000
Então sim: amigurumi pode ser uma fonte lucrativa, especialmente se você define bem os preços e investe em qualidade e divulgação.
Artesã ganha a vida expondo seus trabalhos em feiras
Cida Marteli aprendeu a fazer crochê aos 9 anos, observando a avó e a mãe, que tinham uma malharia de fundo de quintal em Santa Maria. O negócio da família fornecia peças para lojas da cidade. Hoje, depois de 52 anos de trabalhos manuais, ela ganha a vida expondo seus trabalhos em feiras e é uma das poucas pessoas que atua com fio de seda em Porto Alegre e Região Metropolitana.
A artesã costuma trabalhar a semana toda produzindo peças para vender nos finais de semana no Brique da Redenção e na feira da Usina do Gasômetro. Além disso, tinha uma banca fixa na Praça da Alfândega, que acabou atingida pela enchente. “Eu perdi todo o meu material e ainda não consegui voltar para lá infelizmente. O artesão é esquecido, está bem difícil esse retorno”, lamenta.
Mesmo com as dificuldades, Cida intensificou a produção durante a tragédia para doar em abrigos. Acompanhada da filha, chegou a distribuir mais de 300 toucas para crianças e adultos impactados pelas inundações. Hoje continua o trabalho para entregar doações em postos de saúde e maternidades durante o inverno.
“Sempre consegui me manter com a renda do que produzo. Trabalho no fim de semana para ter o que comer durante a semana. Não é fácil, mas sigo porque as feiras me alimentam, vendendo ou não. É lá que encontro pessoas incríveis que valorizam meu trabalho”, conta. Agora, a empreendedora trabalha para finalizar um centro cultural que idealizou junto com a mãe. A ideia é continuar com doações e desenvolver outros projetos sociais a partir do tricô e do crochê.
Expositores já se organizam para o Natal
Estão abertas as inscrições para os expositores interessados em participar da Magia do Natal de Nova Petrópolis, que ocorre de 7 de novembro até 4 de janeiro de 2026 na Rua Coberta da cidade. Durante este período a feira ocorrerá de segundas-feiras a quintas, das 9h às 18h, e nas sextas, sábados, domingos e feriados das 9h às 20h. O espaço é disponibilizado para comercialização de produtos de Natal, artesanatos natalinos e presentes. A ficha de inscrição está disponível no link e deve ser enviada preenchida até 3 de setembro para o WhatsApp da Secretaria de Turismo e Cultura pelo número (54) 3281-8403.
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o artesanato movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano, representando 3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e contribuindo diretamente para a economia de 67% dos municípios brasileiros. Essa atividade também é fonte de renda e sustento para cerca de 8,5 milhões de pessoas — em sua maioria, mulheres.
Apesar do potencial, começar a empreender pode parecer desafiador. Com tantas opções e estratégias no mercado, escolher por onde começar exige tempo — e, muitas vezes, um investimento que nem todo mundo pode fazer. Mas no universo do artesanato, especialmente com os amigurumis — os famosos bonecos de crochê —, há caminhos acessíveis e lucrativos.
Ju Sanches, professora e empreendedora, destaca que o mercado artesanal vai muito além da estética. “É um setor que expressa cultura, identidade e tem espaço para crescer, especialmente com produtos feitos à mão, que carregam afeto e autenticidade”, afirma.
Ela ressalta que datas comemorativas, como Dia dos Namorados e Dia dos Pais, são opções em que o empreendedor pode potencializar suas vendas, caso tenha um pouco de estratégia. A seguir, Ju Sanches compartilha 5 dicas para quem quer começar a investir em artesanato. Confira!
1. Escolha um nicho com o qual você se identifica
O mercado do artesanato oferece uma variedade enorme de possibilidades — desde técnicas que exigem menos investimento, como bordado e crochê, até outras mais complexas e custosas, como a papelaria personalizada. Para Ju Sanches, o primeiro passo é se conectar com aquilo que você realmente gosta de fazer.
“Escolher um tipo de artesanato que você ama facilita o processo, deixa o trabalho mais leve e ajuda a manter a motivação nos dias difíceis. O crochê, por exemplo, é acessível, tem um custo inicial baixo e uma infinidade de aplicações — como os amigurumis, que estão super em alta”, explica.
2. Estude o mercado e seu público-alvo
Uma das principais dicas para quem quer começar a vender é simples, mas poderosa: pense como consumidor. “A melhor forma de acertar é entender o que você mesma compraria”, orienta Ju Sanches. Ela destaca que a pesquisa é uma grande aliada de quem empreende. Por meio dela, é possível identificar quais produtos estão em alta, quem é o público-alvo, quanto esse público está disposto a pagar e onde costuma comprar. Com essas informações em mãos, fica muito mais fácil criar peças com real potencial de venda.O preço de um produto artesanal deve considerar não só o custo dos insumos (Imagem: iona didishvili | Shutterstock)
3. Aprenda a precificar corretamente
Nunca cobre apenas o valor do material — essa é uma das dicas mais importantes de Ju Sanches. O preço de um produto artesanal deve considerar não só o custo dos insumos, mas também o tempo de produção, despesas fixas, embalagem e, claro, a margem de lucro. “Um preço justo valoriza o seu trabalho e garante a sustentabilidade do negócio”, reforça a especialista.
4. Pense na apresentação
Segundo Ju Sanches, investir em detalhes como uma embalagem caprichada, uma etiqueta com a sua marca e até um bilhete escrito à mão faz toda a diferença na experiência do cliente. Esses cuidados encantam, geram conexão e aumentam as chances de fidelização. “Mais do que quantidade, o que realmente importa é a qualidade. Um produto bem feito transmite profissionalismo e gera confiança”, completa.
5. Use as redes sociais a seu favor
Use as redes sociais a seu favor — elas são a maior vitrine dos negócios no mundo de hoje. Por isso, criar um perfil dedicado ao seu produto deve ser uma das suas primeiras prioridades. “Nas redes, você constrói uma comunidade. As pessoas se interessam pelos bastidores, pelas novidades e pelo conteúdo que vai além da venda. Isso estimula a compra de forma natural”, explica Ju Sanches. Mais do que vender, é sobre gerar conexão e fazer o público acompanhar — e torcer — pelo seu crescimento.
Por Lyzie Vitorino Fonte – https://www.opovo.com.br/
Com criatividade, é possível montar um negócio do zero e ganhar dinheiro sem investir muito
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o artesanato movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano, representando 3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e contribuindo diretamente para a economia de 67% dos municípios brasileiros. Essa atividade também é fonte de renda e sustento para cerca de 8,5 milhões de pessoas — em sua maioria, mulheres.
Apesar do potencial, começar a empreender pode parecer desafiador. Com tantas opções e estratégias no mercado, escolher por onde começar exige tempo — e, muitas vezes, um investimento que nem todo mundo pode fazer. Mas no universo do artesanato, especialmente com os amigurumis — os famosos bonecos de crochê —, há caminhos acessíveis e lucrativos.
Ju Sanches, professora e empreendedora, destaca que o mercado artesanal vai muito além da estética. “É um setor que expressa cultura, identidade e tem espaço para crescer, especialmente com produtos feitos à mão, que carregam afeto e autenticidade”, afirma.
Ela ressalta que datas comemorativas, como Dia dos Namorados e Dia dos Pais, são opções em que o empreendedor pode potencializar suas vendas, caso tenha um pouco de estratégia. A seguir, Ju Sanches compartilha 5 dicas para quem quer começar a investir em artesanato. Confira!
1. Escolha um nicho com o qual você se identifica
O mercado do artesanato oferece uma variedade enorme de possibilidades — desde técnicas que exigem menos investimento, como bordado e crochê, até outras mais complexas e custosas, como a papelaria personalizada. Para Ju Sanches, o primeiro passo é se conectar com aquilo que você realmente gosta de fazer.
“Escolher um tipo de artesanato que você ama facilita o processo, deixa o trabalho mais leve e ajuda a manter a motivação nos dias difíceis. O crochê, por exemplo, é acessível, tem um custo inicial baixo e uma infinidade de aplicações — como os amigurumis, que estão super em alta”, explica.
2. Estude o mercado e seu público-alvo
Uma das principais dicas para quem quer começar a vender é simples, mas poderosa: pense como consumidor. “A melhor forma de acertar é entender o que você mesma compraria”, orienta Ju Sanches. Ela destaca que a pesquisa é uma grande aliada de quem empreende. Por meio dela, é possível identificar quais produtos estão em alta, quem é o público-alvo, quanto esse público está disposto a pagar e onde costuma comprar. Com essas informações em mãos, fica muito mais fácil criar peças com real potencial de venda.
Nunca cobre apenas o valor do material — essa é uma das dicas mais importantes de Ju Sanches. O preço de um produto artesanal deve considerar não só o custo dos insumos, mas também o tempo de produção, despesas fixas, embalagem e, claro, a margem de lucro. “Um preço justo valoriza o seu trabalho e garante a sustentabilidade do negócio”, reforça a especialista.
4. Pense na apresentação
Segundo Ju Sanches, investir em detalhes como uma embalagem caprichada, uma etiqueta com a sua marca e até um bilhete escrito à mão faz toda a diferença na experiência do cliente. Esses cuidados encantam, geram conexão e aumentam as chances de fidelização. “Mais do que quantidade, o que realmente importa é a qualidade. Um produto bem feito transmite profissionalismo e gera confiança”, completa.
Use as redes sociais a seu favor — elas são a maior vitrine dos negócios no mundo de hoje. Por isso, criar um perfil dedicado ao seu produto deve ser uma das suas primeiras prioridades. “Nas redes, você constrói uma comunidade. As pessoas se interessam pelos bastidores, pelas novidades e pelo conteúdo que vai além da venda. Isso estimula a compra de forma natural”, explica Ju Sanches. Mais do que vender, é sobre gerar conexão e fazer o público acompanhar — e torcer — pelo seu crescimento.
O movimento “faça você mesmo” (DIY) tem ganhado destaque nas redes sociais, transformando criadores em verdadeiras estrelas. Plataformas como TikTok e YouTube estão repletas de tutoriais que vão desde bordados até marcenaria, enquanto o Pinterest continua a ser uma fonte rica de inspiração. Este ressurgimento do DIY não só promove a criatividade, mas também oferece benefícios significativos para a saúde mental, como a redução do estresse e o aumento da sensação de realização.
Além dos benefícios pessoais, o DIY também abre portas para oportunidades de negócios. Criar e vender artesanatos pode ser uma maneira eficaz de diversificar a renda. A seguir, exploraremos algumas das tendências mais populares em artesanato que podem ser monetizadas, abrangendo todos os níveis de habilidade.
Quais são os artesanatos mais populares para vender?
Com a crescente popularidade do DIY, diversos tipos de artesanatos estão em alta. Aqui estão algumas ideias que podem ser exploradas para criar produtos únicos e atrativos:
Amigurumi (bonecos de crochê): Esses bichinhos feitos à mão encantam todas as idades e têm forte apelo emocional. São ideais para presentes, decoração e até uso terapêutico — e permitem personalização infinita.
Tapetes e carpetes tuftados: Utilizando técnicas de laço ou tufagem, é possível criar peças únicas que podem ser vendidas por valores significativos.
Flores de papel: Uma opção simples e econômica, ideal para decoração de eventos como casamentos.
Tingimento de tecidos: Técnicas como tie-dye e shibori oferecem possibilidades criativas para personalizar roupas e acessórios.
Produtos de fragrância para o lar: Velas e sprays aromáticos são fáceis de produzir e estão em alta demanda.
Vasos de cerâmica ou argila: Com o aumento do interesse por plantas, acessórios para jardinagem são uma aposta segura.
Como começar a vender artesanatos?
Para aqueles que desejam transformar o hobby em um negócio, é importante seguir alguns passos essenciais:
Pesquisa de mercado: Identifique tendências e produtos populares nas redes sociais e em feiras de artesanato.
Desenvolvimento de habilidades: Utilize tutoriais online ou participe de workshops para aprimorar suas técnicas.
Planejamento de negócios: Elabore um plano que inclua custos, precificação e estratégias de marketing.
Criação de uma marca: Desenvolva uma identidade visual e um nome que ressoe com seu público-alvo.
Escolha dos canais de venda: Considere plataformas online como Etsy ou crie sua própria loja virtual.
Como precificar e promover seus artesanatos?
Definir o preço dos artesanatos pode ser desafiador, mas é crucial para o sucesso do negócio. Considere os custos de materiais, tempo de produção e margem de lucro desejada. Além disso, observe o mercado para garantir que seus preços sejam competitivos.
Para promover seus produtos, utilize as redes sociais para alcançar um público mais amplo. Compartilhe o processo de criação, interaja com seguidores e participe de feiras locais para aumentar a visibilidade da sua marca.
O futuro do artesanato
O movimento DIY continua a crescer, impulsionado pela busca por autenticidade e personalização. À medida que mais pessoas descobrem os benefícios do artesanato, tanto para a saúde mental quanto para a geração de renda, espera-se que essa tendência se fortaleça ainda mais. Com criatividade e dedicação, qualquer pessoa pode transformar suas habilidades em um negócio próspero e gratificante.
Pague a contribuição mensal (DAS) que inclui INSS e impostos.
Emita notas fiscais quando necessário e mantenha um controle das receitas.
O que é necessário para cada modalidade:
Pessoa Física: Controle simples das receitas para declaração no imposto de renda.
Empresa: Registro na Junta Comercial, obtenção de CNPJ, licenças, alvarás e contratação de contador.
MEI: Cadastro no Portal do Empreendedor, pagamento mensal do DAS, controle de receitas e emissão de notas fiscais.
Considerações Finais:
Escolher a melhor forma de vender seu artesanato depende do seu volume de vendas, objetivos de crescimento e necessidade de formalização. Para vendas pequenas e ocasionais, atuar como pessoa física pode ser suficiente. Se você deseja crescer e contratar funcionários, abrir uma empresa pode ser a melhor opção. O MEI oferece um caminho intermediário, ideal para quem quer formalizar seu negócio sem a complexidade de uma empresa convencional.
A Importância de Divulgar Seu Trabalho de Amigurumi no Instagram
No mundo artesanal, os amigurumis estão conquistando corações pela sua delicadeza e criatividade. Como artesã, divulgar seu trabalho no Instagram é uma estratégia essencial para aumentar sua visibilidade e alcançar um público maior. Com mais de um bilhão de usuários ativos, o Instagram é uma plataforma visual poderosa que permite que suas criações ganhem destaque. Compartilhar fotos e vídeos dos seus amigurumis, além de processos de produção e histórias por trás das peças, cria uma conexão emocional com seus seguidores. Isso não só atrai potenciais clientes, mas também fideliza aqueles que já apreciam seu trabalho. Aproveitar as funcionalidades da plataforma, como stories, reels e hashtags específicas, ajuda a expandir sua presença e alcançar nichos específicos de mercado. Portanto, investir na divulgação no Instagram é uma maneira eficaz de transformar seu talento em um negócio de sucesso, aumentando suas vendas e construindo uma marca forte e reconhecida.
Como fazer as primeiras configurações, foto de perfil e Bio
Foto de perfil – Use uma foto sua que esteja bem nítida , de preferência com alguma referência do que se trata seu perfil, segurando um amigurumi, linhas, agulhas, use sua criatividade e poste uma foto sua que passe alguma emoção já que vai ser a primeira coisa que seus seguidores e clientes vão ver:
Exemplos para se inspirar:
Como você pode ver a maioria também usa “amigurumi” no nome de perfil ou na bio, facilitando que seus clientes cheguem até você, então tenha muita atenção no que você vai escrever no seu perfil, pois ele será seu cartão de visita,
O perfil ideal é aquele dividido em 3 estratégias:
– A primeira linha você fala sobre você
– Na segunda você fala sobre seu diferencial
– E na terceira você chama a pessoa para fazer alguma ação e clicar em um link
Ex: Entre em contato no link abaixo para fazer sua encomenda
Se você não tem nem idéia de como fazer isso, você pode pedir para o ChatGPT criar uma bio pra você, lembrando que a bio do instagram tem um limite de 250 carcacteres
Use esse prompt abaixo e altere conforme sua necessidade e cole no campo, depois é só copiar o seu favorito e colar na sua bio do instagram
Haja como uma profissional de marketing digital e faça uma bio para um instagram de artesã de amigurumi especialista em bonecas de amigurumis para vender sob encomenda e pronta entrega, faça essa bio com até 250 caracteres com uma chamada para entrar em contato pelo whatsapp para fazer a encomenda. Me dê 5 exemplos bem persuasivos
Como tirar fotos profissionais do seu amigurumi usando Photoroom
Como postar foto do seu amigurumi de forma profissional e encantadora no instagram
Raio X de um perfil de Sucesso no Instagram
Otimizando o Perfil do Instagram para Artesã de Amigurumi
Bio
Clareza e Conexão: Use uma bio que seja clara e direta, descrevendo seu trabalho e destacando sua paixão pela arte do amigurumi. Inclua palavras-chave como “artesanato”, “amigurumi”, “feito à mão” e “encomendas abertas”.
Call to Action (CTA): Termine com uma chamada para ação, como “Envie uma DM para encomendas” ou “Confira nossa loja online”.
Emoji: Utilize emojis relacionados ao seu trabalho para tornar a bio mais visualmente atraente e destacar informações importantes.
Fotos
Qualidade: Fotos de alta qualidade são essenciais. Use boa iluminação natural e fundo neutro para destacar seus amigurumis.
Consistência: Mantenha um estilo consistente de edição de fotos para criar um visual coeso no seu feed.
Detalhes: Mostre detalhes dos seus amigurumis. Fotos close-up dos pontos e acabamentos fazem diferença.
Contexto: Inclua fotos dos amigurumis em uso ou em cenários adoráveis para ajudar os clientes a imaginarem os produtos em suas próprias casas.
Destaques
Categorias: Organize seus destaques por categorias como “Encomendas”, “Novidades”, “Depoimentos”, “Como Comprar”, e “Bastidores”.
Capa dos Destaques: Crie capas de destaque com ícones ou imagens que representem cada categoria. Use um esquema de cores harmonioso com seu feed.
Exemplo de Categorias:
Encomendas: Informações sobre como fazer encomendas, prazos e preços.
Novidades: Lançamentos e produtos novos.
Depoimentos: Feedback e depoimentos de clientes.
Como Comprar: Passo a passo de como comprar, formas de pagamento e envio.
Bastidores: Vídeos e fotos do processo de criação dos amigurumis.
Templates para Feeds
Consistência Visual: Use templates que mantenham um visual consistente, harmonioso e que reflitam a identidade da sua marca.
Ferramentas: Utilize ferramentas como Canva para criar templates personalizados. Escolha uma paleta de cores que combine com sua marca e mantenha essa paleta em todos os posts.
Variedade de Conteúdo: Intercale fotos de produtos com posts de dicas, depoimentos, promoções e bastidores para manter o feed dinâmico e interessante.
Exemplo de Planejamento de Conteúdo para o Feed:
Segunda-feira: Foto de um novo amigurumi (produto)
Quarta-feira: Dica de cuidados com amigurumis (informativo)
Sexta-feira: Depoimento de um cliente satisfeito (prova social)
Domingo: Vídeo ou foto dos bastidores do processo de criação (engajamento)
Conclusão
Para conquistar mais clientes no Instagram, é crucial ter um perfil otimizado, com uma bio clara, fotos de alta qualidade, destaques organizados e um feed visualmente atraente. Consistência, autenticidade e engajamento com seus seguidores também são chaves para o sucesso.
Essa dica é pra você que faz um curso de amigurumi e a professora pede pra você postar o amigurumi e marcar ela, você sabe como fazer? Preste atenção nesse tutorial
Você abre sua conta de insagram e vai no quadradinho com o + la no meio nos ícones de baixo, clica e escolhe a opção story, você pode tirar uma foto na hora ou escolher uma imagem da sua galeria,
Qdo a imagem abrir vai aparecer uns ícones no topo, você vai escolher o quadradinho com uma 🙂 ai vai aparecer as opção mais usadas para engajamento, em breve vamos ver cada uma delas, mas agira você vai escolher a opção @menção, coloque o nome do instagram que você quer mencionar, vai aparecer a opção abaixo e você escolhe, depois é só clicar em seus stories para publicar.
Vamos supor que um cliente compre seu amigurumi e poste uma foto nos stories dela te marcado, você sabe como repostar essa foto no SEU stories?
Siga o Tutorial abaixo
No seu instagram, clique no ícone da casinha abaixo e depois no balaozinho com um raio no topo a direita, esse ícone é onde fica as mensagens que seus clientes mandam pra você, vamos falar MUITO sobre ele logo mais.
Clique na mensagem, se tiver uma imageem escrita Adiciona seu story é por que tem uma foto que você foi mencionado e você pode repostar, clique nela e depois clique em Adicionar em seu story, ajuste a foto com os dedos e depois clique em Seus stories para postar
Como criar story com enquete para engajar com seus seguidores
Como criar uma caixa de pergunta nos story para engajar com os seus seguidores
Como usar a opção receber pedidos do story para vender seus amigurumis
Como acessar suas mensagens recebidas no instagram e no facebook
Dm, inbox, direct, privado, mensagem, são termos usado para a mesma coisa, alguem vai ou mandou mensagem para você. Se a pessoa está no seus contatos siga o primeiro video para ver as mensagens, se a pessoa não está no seus contatos as mensagens vão para outra aba, veja como acessar no segundo vídeo
Aprendendo a usar os rótulos do instagram
Quer se organizar para saber se o cliente está devendo, ou você vai fazer uma entregas? Se organize com os rótulos do instagram
Como colocar seu produto ou serviço no instagram para vender
Defina o Seu Público-Alvo Nem todo cliente é o cliente certo. Entenda quem realmente valoriza o trabalho artesanal e concentre os esforços nesses perfis. Pesquise as características demográficas e interesses de quem está mais propenso a pagar o valor justo.
Valorize a Originalidade e o Processo Muitos clientes acham o artesanato caro por desconhecerem o trabalho envolvido. Compartilhe detalhes do processo: quanto tempo leva, as técnicas específicas, os materiais de qualidade. Isso ajuda a justificar o preço.
Crie uma História para Cada Peça Produtos com história vendem mais. Conte a história da peça, do artesão, ou mesmo da inspiração. Quando um cliente vê o trabalho além do objeto em si, ele tende a valorizar mais.
Módulo 2: Eduque o Cliente e Agregue Valor
Destaque os Benefícios do Artesanato Explique como o seu produto é único, sustentável, personalizado, feito com carinho e atenção aos detalhes. Mostre que o valor é justificado não apenas pelo produto em si, mas pelo impacto positivo que ele gera.
Ofereça Comparações Compare o artesanato com produtos industrializados para evidenciar a durabilidade, qualidade e exclusividade. As pessoas muitas vezes estão dispostas a pagar mais por um produto que é uma obra de arte, e não um objeto fabricado em massa.
Mostre o Impacto Social e Ambiental Quando o cliente sabe que o produto apoia uma cadeia produtiva local ou sustentável, ele se sente mais inclinado a contribuir com essa causa.
Módulo 3: Pratique uma Comunicação Persuasiva
Use Técnicas de Persuasão Visual A fotografia e a apresentação das peças são essenciais. Invista em boas imagens que mostrem detalhes da peça e cenários que combinem com o artesanato. Isso melhora a percepção de valor.
Evite o Termo “Caro” e Foque no Valor Em vez de dizer que o preço é alto, diga que é um “investimento” ou que reflete o “valor do trabalho artesanal”. Palavras podem mudar percepções.
Ofereça Várias Opções de Pagamento Ter opções como pagamento parcelado, por exemplo, facilita a decisão do cliente. Muitas vezes, ele quer pagar, mas acha que o valor impacta o orçamento. Parcelamentos ou descontos para pagamento à vista podem ser boas estratégias.
Módulo 4: Construa uma Base de Clientes Fiéis
Acompanhe e Reforce a Satisfação do Cliente Depois da compra, mantenha contato, pergunte como está a experiência com o produto, e mostre interesse genuíno. Clientes satisfeitos voltam e recomendam.
Crie um Programa de Recompensas Ofereça descontos ou brindes para clientes que compram mais ou que indicam novos clientes. Isso cria uma relação de confiança e valorização.
Esteja Presente em Eventos e Redes Sociais O contacto direto e constante ajuda o cliente a lembrar do valor do artesanato e entender que ele faz parte de uma comunidade que valoriza o feito à mão.
Conclusão
Vender para clientes que acham o preço “caro” pode ser desafiador, mas, com essas estratégias, é possível fazê-los perceber o valor do seu artesanato. Não se trata apenas de “baixar preço”, mas sim de mostrar tudo o que a sua peça representa. Boa sorte!
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O Marketplace do Facebook é uma plataforma onde os usuários podem comprar e vender produtos localmente. Aqui estão os principais aspectos de como funciona:
Acesso: Para usar o Marketplace, você precisa ter uma conta no Facebook. Acesse o Marketplace pelo aplicativo ou site.
Listagem de Produtos: Os usuários podem criar anúncios para vender itens. Para isso, clique em “Criar novo anúncio”, preencha as informações sobre o produto (como título, descrição, preço e fotos) e escolha a categoria apropriada.
Busca e Navegação: Os compradores podem navegar pelo Marketplace ou usar a barra de busca para encontrar produtos específicos. É possível filtrar por localização, categoria e preço.
Mensagens: Os compradores podem entrar em contato com os vendedores diretamente pelo Messenger do Facebook para fazer perguntas ou negociar preços.
Segurança e Diretrizes: O Facebook tem diretrizes sobre o que pode ser vendido e serviços que não são permitidos, como itens ilegais ou perigosos. Os usuários devem seguir essas regras para manter a segurança da plataforma.
Pagamentos e Entregas: O Marketplace não tem uma função de pagamento embutida, então as transações geralmente são feitas diretamente entre o comprador e o vendedor. As entregas também são acordadas entre as partes, podendo ser feitas em locais públicos ou por meio de serviços de entrega.
Avaliações: Embora atualmente o sistema de avaliações do vendedor não seja tão robusto quanto em algumas outras plataformas de ecommerce, os usuários podem reportar comportamentos suspeitos ou fraudulentos.
O Marketplace do Facebook é uma maneira conveniente de se conectar com pessoas na sua área para comprar e vender, aproveitando a ampla base de usuários da plataforma.