Oficinas, cursos, desafios e eventos de amigurumi em Janeiro/26

Oficinas Gratuitas Online

  • Oficina Amigurumi para Renda Extra pelo Crocheteria no Face: Datas 26, 28 e 30 de janeiro, 100% gratuita e online, ideal para iniciantes querendo aprender a técnica e gerar renda ​
  • Curso Gratuito de Amigurumi no Instagram Inscrições abertas para turma a partir de janeiro/2026, com aulas gratuitas de crochê e amigurumi aos sábados (9h-12h), online ou acessível remotamente.

Cursos Online Disponíveis

  • Curso de Amigurumi na Terra Cursos Online: Sempre acessível (assinatura mensal R$29,90 ou anual 12x R$14,95), 80 horas, cobre pontos básicos, anatomia de amigurumi, receitas como sapinho e coruja; disponível em janeiro.
  • Curso Básico de Amigurumi no Ateliê MariaRê: Gratuito e perpétuo online, para iniciantes, ensina anel mágico, espiral, aumentos/diminuições e troca de cores; ideal para praticar em janeiro.
  • ​Oficinas Confirmadas
  • Oficina Chaveiro de Amigurumi – Cogumelo no Sesc Sorocaba (SP): Dias 23 e 30 de janeiro, em vários horários (10h-12h, 14h-17h, 18h-21h); dia 25/01 (14h-17h). Requer pontos básicos de crochê, vagas limitadas, grátis.
  • Workshop Amigurumi com Geovana em Jau (SP): 19/01, das 9h-12h e 14h-17h, na Rua Sete de Setembro, 220, Centro (Armarinhos Monari). Contato: (14) 98184-4800.​
  • Kit Desafio de Janeiro Amigurumi pela Arteira Linhas: Desafio mensal com kits gratuitos ou pagos para criar peças em tamanhos variados (P/M, G/GG), lançado em dezembro/2025 para janeiro.
  • Salão do Artesanato Paraibano em João Pessoa (PB): De 9/01 a 1/02, orla do Hotel Tambaú (16h-22h), com exposições de crochê (incluindo amigurumi potencial) de oficinas prévias como a de Ronaldo Fraga. Entrada: 1kg de alimento; possível desfile com peças de crochê.​
  • Turmas Abertas
  • Turma de Amigurumi aos sábados: A partir de janeiro/2026, 9h-12h, Rua Cavalheiro Torquato Rizzi 717, Jd Irajá (local não especificado, verifique Instagram).​
  • Eventos locais em João Pessoa são limitados a feiras de artesanato; busque atualizações em redes sociais ou sites como Sesc PB para novas confirmações.

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Prefeitura abre inscrições para Feira em Comemoração ao Aniversário de São Paulo

O evento terá início no dia 19 e a finalização no dia 25 no aniversário de 472 anos da capital paulista

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, e dos programas Mãos e Mentes Paulistanas, Observatório da Gastronomia e São Paulo Afroempreendedor, abriu inscrições para a feira comemorativa do aniversário de 472 anos da cidade. 

A feira será realizada na semana do aniversário da capital, de 19 a 25 de janeiro, no Viaduto Santa Ifigênia, e contará com 15 vagas no total. Sendo 5 vagas destinadas a artesãos e manualistas credenciados no programa Mãos e Mentes Paulistanas, 5 para afroempreendedores do programa São Paulo Afroempreendedor e 5 para empreendedores gastronômicos do Observatório da Gastronomia .

O evento celebra a fundação da cidade de São Paulo em 25 de janeiro de 1554, e representa uma importante oportunidade de comercialização e visibilidade para os empreendedores selecionados, que poderão expor e vender seus produtos em um local de grande circulação, durante uma das principais celebrações do calendário da cidade.

“Celebrar o aniversário de São Paulo é valorizar o talento, a diversidade e a força do empreendedorismo local. A presença dos nossos programas nessa feira reforça o compromisso da Prefeitura em impulsionar a economia criativa e iniciar o ano promovendo geração de renda e oportunidades para quem movimenta a cidade com inovação e identidade”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Goulart.

Para se candidatar, é necessário estar credenciado em um dos programas, Mãos e Mentes Paulistanas, São Paulo Afroempreendedor ou Observatório da Gastronomia, de acordo com o segmento de atuação. Os candidatos devem comercializar exclusivamente produtos autorais, confeccionados pelo próprio empreendedor, possuir CNPJ ativo, ter disponibilidade para atuar durante todo o período do evento e atender aos critérios específicos de formação, como certificado de participação nas turmas de 01 a 15 ou conclusão dos cursos “Modelagem de Negócios” e “Coleção Organizada: do Planejamento à Produção” (antigo Planejamento de Coleção). 

Para os empreendedores de gastronomia, é necessário também o CMVS – Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária ativo, e o certificado de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos de todos os envolvidos no preparo. O Portal Cate oferece o curso gratuitamente, acesse clicando aqui. 

Sobre o Programa São Paulo Afroempreendedor

O Programa São Paulo Afroempreendedor é uma iniciativa da Prefeitura voltada ao fortalecimento de negócios liderados por empreendedores negros. A ação oferece capacitação, suporte técnico e acesso a mercados, com o objetivo de promover a inclusão produtiva e a autonomia financeira desse público.

Sobre o Mãos e Mentes Paulistanas

A Prefeitura de São Paulo mantém o Mãos e Mentes Paulistanas, programa de apoio ao setor de artesanato e manualidades da capital. Lançada em 2019, a iniciativa tem como objetivo fortalecer a atividade econômica e social dos empreendedores artesanais da cidade, por meio de ações que estimulam a inclusão produtiva, o acesso ao mercado e a geração de renda.

O programa atua em três eixos principais: o cadastramento municipal de empreendedores do setor; a oferta de cursos de capacitação empreendedora; e a ampliação do acesso ao mercado, com participação em feiras e eventos. Para utilizar os serviços e recursos oferecidos, é necessário estar credenciado no programa.

Sobre o Observatório da Gastronomia   

O Observatório da Gastronomia é um espaço de articulação direcionado ao fortalecimento da cadeia da alimentação e da gastronomia. Trabalhando em conjunto com todos aqueles que atuam nesse setor, o Observatório visa potencializar os aspectos ligados à economia, cultura, segurança alimentar e sustentabilidade.

Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo, conta com a participação de órgãos e instituições municipais, associações, cooperativas, ONGs, instituições de ensino, sindicatos, chefs de cozinha, bares, restaurantes, empresas do setor de alimentação e de distribuição, comida de rua e produtores agrícolas.

Serviço

Feira de Artesanato e Manualidades no Varal Cultural

Inscrições até 11 de janeiro Mãos e Mentes pelo link

Inscrições até 14 de janeiro São Paulo Afroempreendedor pelo link

Inscrições até 14 de janeiro Observatório da Gastronomia pelo link

Data: 01 de fevereiro de 2026

Horário: 10h às 22h

Local: Viaduto Santa Ifigênia

Endereço: Viaduto Santa Ifigênia, nº 62–200 – Santa Ifigênia

Abertas as inscrições para a Feira do Artesanato Caxiense na Festa Nacional da Uva 2026

A inscrição é exclusiva para quem possui Carteira do Artesão e seja residente em Caxias do Sul. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição

Estão abertas as inscrições para grupos de artesanato interessados em participar da Feira do Artesanato Caxiense na Festa Nacional da Uva 2026, que será realizada no Centro de Eventos do Parque Mário Bernardino Ramos. A Festa da Uva ocorre de 19 de fevereiro a 8 de março.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até o dia 18 de janeiro, de acordo com o espaço disponível. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição até o limite previsto.

A inscrição deve ser realizada por meio de formulário on-line para grupos com, no mínimo, seis artesãos por espaço. É obrigatório que todos os inscritos possuam Carteira do Artesão e sejam residentes em Caxias do Sul. Os inscritos não poderão ser alterados posteriormente. 

O espaço ocupado por cada grupo, com aproximadamente 6 metros quadrados, será definido pela coordenação da Diretoria de Arte e Cultura Popular. Cada grupo será responsável por sua estrutura de exposição. Será disponibilizada energia elétrica, mas cada grupo deve providenciar cabos de extensão.

A Feira do Artesanato Caxiense integra a programação da Festa Nacional da Uva 2026. Os horários de funcionamento serão de segunda a quinta-feira, das 14h às 22h; nas sextas, das 14h às 23h; aos sábados, das 10h às 23h; e nos domingos, das 10h às 22h.

Projeto do Coletivo Ciranda abre inscrições para capacitação gratuita

Projeto do Coletivo Ciranda abre inscrições para capacitação gratuita

Com apoio do Fomento CultSP- Saberes e Fazeres Artesanais (PROAC), projeto oferece capacitação profissional

As inscrições para o “Projeto Feira de Artesanato Tradicional e Programa de Capacitação Profissional para Mulheres da Região do Alto Tietê” foram abertas na última segunda-feira (05). A iniciativa, realizada pelo Coletivo Ciranda, tem como objetivo promover a valorização do artesanato tradicional feminino por meio de oficinas criativas voltadas à formação profissional de mulheres trabalhadoras e fazedoras de manualidades. 

A proposta busca fortalecer a economia criativa de Mogi das Cruzes e das cidades do Alto Tietê. Idealizado por Ana Paula do Amaral e Nataly Santos, o projeto, estruturado a partir da observação da realidade das artesãs da região, acontecerá na sede do Cursinho Maio de 68, no Centro de Mogi, e conta com apoio do Edital Fomento CultSP-PNAB Nº 17/2024. Todas as ações são gratuitas.

 “O’Projeto Feira de Artesanato Tradicional e Programa de Capacitação Profissional para Mulheres da Região do Alto Tietê’ nasceu da percepção de que muitas mulheres da economia criativa produzem com grande qualidade, mas enfrentam dificuldades para acessar formação, ferramentas profissionais e espaços de venda. Nas trocas dentro do Coletivo Ciranda Feira Popular de Mulheres, percebemos o quanto essas mulheres carregam saberes potentes, porém pouco valorizados e ainda pouco reconhecidos como trabalho. O projeto surge como resposta a essa necessidade: criar um espaço de acolhimento, aprendizagem e profissionalização, onde elas possam desenvolver seus produtos, fortalecer sua autonomia financeira e construir redes de apoio”, explica Nataly Santos, coordenadora do projeto.

As inscrições são abertas para mulheres a partir de 18 anos que trabalhem com manualidades: artesãs, artistas visuais, grafiteiras, agricultoras, residentes em Mogi das Cruzes ou em cidades do Alto Tietê. Após o período de inscrição, as candidatas passarão por uma curadoria, e as selecionadas participarão do Programa de Capacitação.

Capacitação profissional

Com previsão de início no mês de fevereiro, o Programa de Capacitação inclui cursos como: Formalização da MEI: passo a passo para formalizar seu trabalho; Educação financeira para mulheres empreendedoras; Mídias sociais e vendas online (Instagram e WhatsApp); Produção de vídeos: Reels com celular; Fotografia com celular; Criação de identidade visual no Canva, e ChatGPT aplicado ao empreendedorismo criativo. Além das aulas, cada participante receberá mentoria individual, com 12 encontros online ao longo dos seis meses de duração do projeto, totalizando 360 mentorias.

“Nessa fase, elas aprendem a melhorar seus produtos, organizar o trabalho, entender como vender, como precificar e como apresentar suas marcas. É uma etapa fundamental para que ganhem conhecimento, confiança e apoio. O caminho do artesanato e do empreendedorismo feminino costuma ser muito solitário. Muitas mulheres começam a produzir por necessidade, por talento ou por tradição, mas sem acesso às ferramentas que transformam o fazer artesanal em renda constante e autonomia financeira”, reforça Nataly.

Ao final do programa, as alunas colocarão em prática o que aprenderam. Serão realizadas três feiras de artesanato, uma por mês, durante três meses, das 11h às 18h, sempre em um sábado ou domingo. A entrada será gratuita. As participantes se revezarão nas duas primeiras edições, e a Feira de Encerramento reunirá todas as artesãs formadas pelo projeto. Elas serão contempladas ainda com uma ajuda de custo para a realização destas feiras.

 Inscrições – Passo a passo

Para se inscrever, as interessadas devem preencher o formulário disponível na bio do Instagram do Coletivo Ciranda: @ciranda.feirapopular

As inscrições já estão abertas e o início das aulas está previsto para o mês de fevereiro.

Sobre o Coletivo Ciranda

Criado em 2022, o Coletivo Ciranda é uma importante rede de apoio para mulheres artesãs e produtoras agroecológicas em Mogi das Cruzes. A iniciativa fortalece a economia criativa local e promove autonomia econômica por meio de feiras periódicas, oficinas, debates e rodas de conversa.

O coletivo funciona na sede do Cursinho Popular Maio de 68, com atendimento diário, de segunda a domingo, das 9h às 18h, acolhendo mulheres que buscam formação, rede de apoio e novas oportunidades dentro do empreendedorismo criativo.

Fonte: https://portalnews.com.br/

Prefeitura abre inscrições para Feira de Artesanato e Manualidades no Varal Cultural

Prefeitura abre inscrições para Feira de Artesanato e Manualidades no Varal Cultural

Inscrições abertas até 18 de janeiro para credenciados do Mãos e Mentes Paulistanas e do São Paulo Afroempreendedor

A Prefeitura de São Paulo abriu as inscrições para a feira de artesanato e manualidades do Varal Cultural. O evento será realizado no dia 1º de fevereiro, no Autódromo de Interlagos, e contará com 100 vagas, sendo 60 destinadas a artesãos e manualistas do programa Mãos e Mentes Paulistanas e 40 a participantes do São Paulo Afroempreendedor. As inscrições seguem abertas até 18 de janeiro, e a seleção será feita por meio de curadoria dos produtos.

A participação é gratuita e representa uma importante oportunidade de comercialização para os empreendedores selecionados, que poderão expor e vender seus produtos diretamente ao público presente no evento.

Para se candidatar, é necessário estar credenciado nos programas Mãos e Mentes Paulistanas ou São Paulo Afroempreendedor, comercializar exclusivamente peças feitas à mão pelo próprio artesão, possuir certificado de uma das turmas de 01 a 15 ou ter concluído os cursos “Modelagem de Negócios” e “Coleção Organizada: do Planejamento à Produção” (antigo Planejamento de Coleção), além de ter disponibilidade para permanecer no evento durante todo o período de realização.

O Varal Cultural é um projeto que promove a arte independente, com foco especial na música autoral, oferecendo espaço para novos talentos e fortalecendo conexões culturais por meio de festivais e encontros que celebram a cultura local e a criatividade. A iniciativa se consolida como uma importante plataforma de visibilidade para artistas e empreendedores de diferentes linguagens e expressões culturais.

“Essa é uma excelente oportunidade para levar o melhor do artesanato paulistano a um evento que valoriza a criatividade, a cultura e a diversidade da produção manual local, atraindo tanto o público da cidade quanto visitantes. A ação fomenta a economia criativa e gera novas oportunidades de vendas e conexões valiosas para artesãos e empreendedores criativos”, afirma o secretário Rodrigo Goulart.

Sobre o Programa São Paulo Afroempreendedor

O Programa São Paulo Afroempreendedor é uma iniciativa da Prefeitura voltada ao fortalecimento de negócios liderados por empreendedores negros. A ação oferece capacitação, suporte técnico e acesso a mercados, com o objetivo de promover a inclusão produtiva e a autonomia financeira desse público.

Sobre o Mãos e Mentes Paulistanas

A Prefeitura de São Paulo mantém o Mãos e Mentes Paulistanas, programa de apoio ao setor de artesanato e manualidades da capital. Lançada em 2019, a iniciativa tem como objetivo fortalecer a atividade econômica e social dos empreendedores artesanais da cidade, por meio de ações que estimulam a inclusão produtiva, o acesso ao mercado e a geração de renda.

O programa atua em três eixos principais: o cadastramento municipal de empreendedores do setor; a oferta de cursos de capacitação empreendedora; e a ampliação do acesso ao mercado, com participação em feiras e eventos. Para utilizar os serviços e recursos oferecidos, é necessário estar credenciado no programa.

Serviço

Feira de Artesanato e Manualidades no Varal Cultural

Inscrições até 18 de janeiro Mãos e Mentes pelo link

Inscrições até 18 de janeiro São Paulo Afroempreendedor pelo link

Data: 01 de fevereiro de 2026

Horário: 10h às 22h

Local: Autódromo de Interlagos

Endereço: Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos

Fonte:https://prefeitura.sp.gov.br/

Cultura FIART volta a Natal em janeiro e aposta em artesanato, cultura e grandes oportunidades de negócios

Cultura FIART volta a Natal em janeiro e aposta em artesanato, cultura e grandes oportunidades de negócios

eira Internacional de Artesanato chega à 31ª edição com mais de 240 expositores e programação cultural ampliada

Natal se prepara para receber, a partir do dia 23 de janeiro, um dos eventos mais tradicionais do calendário cultural e econômico do Nordeste. A 31ª Feira Internacional de Artesanato (FIART) acontece no Centro de Convenções de Natal e segue até 1º de fevereiro de 2026, reunindo artesãos, empreendedores, artistas e visitantes de várias regiões do país.

Consolidada como um dos maiores eventos do segmento, a FIART vai além da exposição de produtos. A feira se firmou como um espaço estratégico para geração de renda, valorização do artesanato e fortalecimento da cultura potiguar e brasileira.

Nesta edição, a FIART aposta em novidades. Segundo a organização, haverá a participação de novos artesãos de diferentes estados, muitos deles estreando no evento. A proposta é ampliar a diversidade de técnicas, materiais e expressões culturais apresentadas ao público.

“Estamos investindo em inovações importantes. Teremos novos expositores e uma programação ainda mais rica. Esta edição marca um novo momento da FIART”, afirma Neivaldo Guedes, idealizador e coordenador da feira.

A expectativa é de crescimento no público em relação às edições anteriores, reforçando o papel da FIART como vitrine nacional do artesanato e do empreendedorismo criativo.

Números da feira

A estrutura da 31ª edição impressiona. Serão mais de 240 artesãos, ocupando 280 estandes, distribuídos em uma área de aproximadamente 2.500 metros quadrados. O espaço foi planejado para facilitar a circulação do público, estimular negócios e promover a troca de experiências entre expositores.

Além das vendas, a feira também se destaca como ponto de encontro entre tradição, inovação e identidade cultural.

Inscrições para expositores

A organização alerta que as vagas para expositores são limitadas. Artesãos e empreendedores interessados devem se apressar para garantir participação. As informações completas estão disponíveis no perfil oficial da feira no Instagram: @feirafiart.

Festival Cultural FIART

Paralelamente à feira, o público poderá acompanhar o Festival Cultural FIART, que celebra a diversidade artística brasileira. Um dos destaques é o Festival Parafolclore da FIART, voltado para grupos de cultura popular e dança.

As inscrições para o festival seguem abertas até o dia 10 de janeiro. O regulamento e o formulário estão disponíveis no link da bio do Instagram @feirafiart.

A produção cultural do festival é assinada pela Mapa Realizações Culturais, responsável pela curadoria e execução da programação artística.

Fonte: https://www.novonoticias.com.br/

Cultura FIART volta a Natal em janeiro e aposta em artesanato, cultura e grandes oportunidades de negócios

Cultura FIART volta a Natal em janeiro e aposta em artesanato, cultura e grandes oportunidades de negócios

Feira Internacional de Artesanato chega à 31ª edição com mais de 240 expositores e programação cultural ampliada

Natal se prepara para receber, a partir do dia 23 de janeiro, um dos eventos mais tradicionais do calendário cultural e econômico do Nordeste. A 31ª Feira Internacional de Artesanato (FIART) acontece no Centro de Convenções de Natal e segue até 1º de fevereiro de 2026, reunindo artesãos, empreendedores, artistas e visitantes de várias regiões do país.

Consolidada como um dos maiores eventos do segmento, a FIART vai além da exposição de produtos. A feira se firmou como um espaço estratégico para geração de renda, valorização do artesanato e fortalecimento da cultura potiguar e brasileira.

Nesta edição, a FIART aposta em novidades. Segundo a organização, haverá a participação de novos artesãos de diferentes estados, muitos deles estreando no evento. A proposta é ampliar a diversidade de técnicas, materiais e expressões culturais apresentadas ao público.

“Estamos investindo em inovações importantes. Teremos novos expositores e uma programação ainda mais rica. Esta edição marca um novo momento da FIART”, afirma Neivaldo Guedes, idealizador e coordenador da feira.

A expectativa é de crescimento no público em relação às edições anteriores, reforçando o papel da FIART como vitrine nacional do artesanato e do empreendedorismo criativo.

Números da feira

A estrutura da 31ª edição impressiona. Serão mais de 240 artesãos, ocupando 280 estandes, distribuídos em uma área de aproximadamente 2.500 metros quadrados. O espaço foi planejado para facilitar a circulação do público, estimular negócios e promover a troca de experiências entre expositores.

Além das vendas, a feira também se destaca como ponto de encontro entre tradição, inovação e identidade cultural.

Inscrições para expositores

A organização alerta que as vagas para expositores são limitadas. Artesãos e empreendedores interessados devem se apressar para garantir participação. As informações completas estão disponíveis no perfil oficial da feira no Instagram: @feirafiart.

Festival Cultural FIART

Paralelamente à feira, o público poderá acompanhar o Festival Cultural FIART, que celebra a diversidade artística brasileira. Um dos destaques é o Festival Parafolclore da FIART, voltado para grupos de cultura popular e dança.

As inscrições para o festival seguem abertas até o dia 10 de janeiro. O regulamento e o formulário estão disponíveis no link da bio do Instagram @feirafiart.

A produção cultural do festival é assinada pela Mapa Realizações Culturais, responsável pela curadoria e execução da programação artística.

Estrutura de uma receita de amigurumi explicada passo a passo

Estrutura de uma receita de amigurumi explicada passo a passo

Você abriu uma receita em PDF e pensou:
“Meu Deus… por onde eu começo?” 😵‍💫

Fica tranquila: quase toda receita de amigurumi tem a mesma estrutura, só muda o jeito que cada designer escreve.

Quando você entende essa “ordem”, a receita para de parecer um bicho de sete cabeças e vira um mapa bem claro.

Neste post, vou te mostrar a estrutura padrão de uma receita de amigurumi, parte por parte, e o que você deve observar em cada uma.


1) Cabeçalho: o “RG” da receita

Normalmente vem logo no topo e pode ter:

  • Nome da peça (ex: Coelha Charmosa)
  • Idioma
  • Nível (iniciante, intermediário, avançado)
  • Tamanho final (em cm)
  • Materiais necessários

O que você deve fazer aqui:
Antes de começar a crochetar, confirme duas coisas:

  1. O nível é compatível com o que você sabe hoje
  2. Você tem os materiais básicos (linha, agulha, enchimento)

💡 Dica da Central: se a receita não informar o tamanho final, isso não significa que está errada, só que você vai precisar se guiar por fio/agulha/tensão do ponto, mas você pode ter uma noção antes de começar a crochetar seguindo esses passos


2) Materiais e ferramentas: o “checklist”

Aqui a receita costuma listar:

  • Tipo de fio/linha
  • Agulha indicada
  • Olhos com trava (se usar)
  • Fibra siliconada / enchimento
  • Marcador de pontos
  • Agulha de tapeçaria
  • Tesoura

O que você deve fazer aqui:
Encare como um checklist rápido.
Se algo estiver diferente do que você tem em casa, você ainda pode fazer — só precisa saber que o resultado pode mudar (principalmente tamanho e aparência).


3) Abreviações e legenda: o “dicionário” da receita

Essa parte é uma das mais importantes.

Você pode ver algo assim:

  • pb = ponto baixo
  • aum = aumento
  • dim = diminuição
  • corr = correntinha
  • pbx = ponto baixíssimo
  • ( ) = repetir o que está dentro
  • = sequência do que fazer
  • xN = repetir N vezes

Não sabe os pontos básicos? Veja aqui

O que você deve fazer aqui:
Antes de começar, garanta que você entende:

  • o que significa cada abreviação
  • como funciona a repetição (muita gente trava aqui)

💡 Regra de ouro:
Se você entende a legenda, você entende 70% da receita.


4) Observações importantes: os “avisos antes de começar”

Algumas receitas colocam instruções como:

  • “Crochetar em espiral”
  • “Não feche a carreira com pbx”
  • “Use marcador de pontos”
  • “Encher aos poucos”
  • “Costurar com fio longo”

O que você deve fazer aqui:
Leia com calma, porque essa parte evita:

  • peça torta
  • contagem errada
  • costura feia
  • enchimento aparecendo

5) Corpo da receita: onde começa o passo a passo de verdade

Aqui entram as carreiras/voltas (r1, r2, carr 1, carr 2…).

Exemplo típico:

Carreira 1: 6 pb no anel mágico (6)
Carreira 2: 6 aum (12)
Carreira 3: (1 pb, 1 aum) x6 (18)

Como “ler” isso sem travar:

  • O número no final (ex: (18)) é a quantidade de pontos que você deve ter naquela carreira
  • Se você terminou e deu 17 ou 19… tem algo para ajustar antes de seguir

💡 Dica prática:
A receita é como uma escada. Se você sobe um degrau torto, os próximos ficam piores.
Então vale muito a pena conferir o total no final de cada carreira.


6) Partes separadas: braços, pernas, orelhas, focinho…

Muitas receitas não fazem a peça “inteira”.
Elas fazem em partes, por exemplo:

  • Cabeça
  • Corpo
  • Braços (2x)
  • Pernas (2x)
  • Orelhas (2x)
  • Cauda

O que você deve fazer aqui:

  • Olhar se a receita diz “fazer 2 vezes”
  • Separar as partes prontas (às vezes você faz tudo primeiro e monta depois)

💡 Atenção:
Quando a receita diz “2x”, significa “fazer duas peças iguais”.


7) Montagem e costura: o “manual de montar o boneco”

Aqui a receita pode dizer:

  • Onde costurar cada parte
  • Em qual altura colocar olhos, nariz e orelhas
  • Como alinhar para ficar simétrico

O que você deve fazer aqui:
Antes de costurar de vez:

  1. prenda com alfinetes (ou marque)
  2. olhe de frente
  3. confira se ficou retinho

Isso evita aquele clássico:
“costurei e ficou torto” 😩


8) Detalhes finais: bordado, blush, acessórios, roupinhas

Essa parte é onde o amigurumi ganha “vida”:

  • bordar sobrancelha
  • fazer bochechas
  • colocar roupa
  • aplicar acessórios

O que você deve fazer aqui:
Entender que essa parte é personalizável.
Se você adaptar, não “estraga” a receita , você cria sua versão 💗


Checklist rápido: antes de começar qualquer receita

✅ Li o cabeçalho (nível e tamanho)
✅ Conferi materiais principais
✅ Entendi a legenda/abreviações
✅ Sei se é espiral ou carreira fechada
✅ Vou usar marcador
✅ Vou conferir o total de pontos por carreira


Quer que eu te ajude a não travar lendo PDF?

Se você sente que trava logo nas primeiras linhas, comece pelo básico:

📘 Aprenda a Ler Receitas (Temporada 2 da Central)
(é a sequência perfeita pra quem está começando)

E se quiser receber avisos quando entra receita nova e gratuita no site:

👉 Entre no grupo gratuito da Central no WhatsApp:
https://chat.whatsapp.com/E0tRoxaY8rs1NBKsASh4Xu

Vale a pena participar de bazares? As vantagens, desafios e o passo a passo para o seu primeiro evento de vendas!

Vale a pena participar de bazares? As vantagens, desafios e o passo a passo para o seu primeiro evento de vendas!

Se você é artesã de amigurumi e está pensando seriamente em participar do seu primeiro bazar particular, provavelmente já se perguntou:

Será que vale a pena?
Vou conseguir vender?
O que eu preciso levar?
Como me preparar para não passar vergonha?

Respira, amiga. Neste post eu vou te mostrar tudo o que você precisa saber antes de entrar em um bazar, incluindo vantagens, desvantagens e um checklist completo para te deixar 100% preparada.


🌟 VANTAGENS de participar de um bazar particular

Participar de um bazar é uma experiência transformadora para muitas artesãs — e por bons motivos:

1. Você tem contato direto com clientes reais

Nada substitui ver a pessoa pegando seu amigurumi na mão e se apaixonando.
Isso aumenta MUITO as chances de venda.

2. Feedback imediato

Você descobre na hora quais peças chamam mais atenção, quais precisam melhorar e quais são campeãs.

3. Construção de marca

Quando você aparece em eventos, sua marca passa credibilidade.
As pessoas te veem como profissional, não “alguém que faz crochê”.

4. Networking com outras artesãs

Você aprende, troca ideias, conhece parcerias e até fornecedores novos.

5. Possibilidade de vender muito em um único dia

Alguns bazares bem movimentados rendem vendas de uma semana inteira — às vezes até mais.


⚠️ DESVANTAGENS (que você precisa considerar antes de entrar)

Nem tudo são flores, e é importante ser honesta:

1. Taxa de participação pode ser alta

Bazares particulares costumam cobrar valores de R$ 80 a R$ 400+ dependendo da região e estrutura.

2. É cansativo

Você passa horas em pé, atendendo, sorrindo, falando…
Requer preparo físico e emocional.

3. Nem sempre a venda é garantida

Você pode fazer boas conexões, mas não necessariamente vender muito.

4. Precisa ter estoque

Muitas artesãs sofrem porque não têm peças o suficiente ou variedade para chamar atenção.


🧶 PASSO A PASSO para se preparar para o seu primeiro bazar

Agora sim: aqui está um guia completo e simples para você chegar pronta e segura no seu evento!


1. Pesquise o bazar antes de aceitar

Pergunte para a organização:

  • Qual é o público?
  • Quantas pessoas costumam ir?
  • Qual é o valor da mesa?
  • Tem divulgação online?
  • Tem estacionamento, água, banheiro, sombra?

Se possível, visite uma edição anterior.


2. Organize um mini-estoque estratégico

Para amigurumi, o ideal é ter:

  • Peças pequenas (para vendas rápidas)
  • Peças médias (para encantar)
  • Uma peça grande (atrai olhares para a mesa)
  • Faixas de preço variadas

Quantidade inicial recomendada: 15 a 30 peças.


3. Prepare etiquetas e informações importantes

Cada peça precisa ter:

  • Nome do amigurumi
  • Preço
  • Seu contato (Instagram, WhatsApp, cartão, QR Code)

Nada de deixar cliente perguntando o preço — isso afasta!


4. Monte uma boa apresentação da sua mesa

Alguns itens ajudam MUITO:

  • Toalha bonita e neutra
  • Suportes para dar altura
  • Iluminação (se for indoor)
  • Cartão de visita
  • Banner pequeno com sua marca

Estética vende. E vende muito.


5. Leve tudo em uma mala organizada

Check-list essencial:

✔️ Tesoura
✔️ Agulha extra
✔️ Barbante/linha para emergência
✔️ Máquina de cartão
✔️ Extensão elétrica
✔️ Fita adesiva
✔️ Água e lanche
✔️ Saquinhos para entrega
✔️ Blusa extra (evento pode ser quente ou frio)


6. Treine seu atendimento

Quando você for atender:

  • Sorri
  • Cumprimente
  • Deixe a pessoa pegar a peça
  • Fale com carinho da sua criação

Atendimento gentil dobra venda.


7. Após o bazar, faça avaliação

Pergunte-se:

  • Quais peças saíram mais?
  • Qual horário teve mais movimento?
  • O custo compensou?
  • O que posso melhorar na próxima?

É isso que transforma uma artesã iniciante em uma profissional.


💬 Conclusão

Participar de um bazar particular pode ser a virada de chave que você precisa para crescer como artesã de amigurumi.
É uma experiência rica, desafiadora e cheia de oportunidades — desde que você se prepare do jeito certo.

Se esse é seu sonho, você já está muito mais perto dele do que imagina.

Detentos transformam artesanato em gesto de cuidado e doam bonecos à Prefeitura

Linhas, agulhas e tempo ganharam um novo significado no Presídio de Guaxupé e Guaranésia. Por meio da técnica japonesa do amigurumi, detentos produziram artesanalmente bonecos tridimensionais que foram doados à Prefeitura e destinados às creches da rede municipal, unindo ressocialização, aprendizado e afeto.

O amigurumi é uma técnica de artesanato de origem japonesa que utiliza crochê ou tricô para criar pequenos bonecos, como bichos de pelúcia e personagens. O próprio nome vem da junção das palavras “ami” (malha) e “nuigurumi” (boneco de pelúcia), reforçando o caráter manual, delicado e simbólico de cada peça produzida.
A iniciativa integra ações de ressocialização desenvolvidas na unidade prisional, vinculada à 18ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP) da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp/MG).
O projeto conta com a direção do presídio de Gustavo Henrique Rodrigues Moreno Silva e Acácio Donizetti Alcantara de Melo, tendo como responsável o policial penal Alan Luís da Silva Magalhães.
Mais do que objetos, os bonecos representam uma oportunidade de reconstrução de caminhos. Durante o processo de produção, os participantes desenvolvem habilidades manuais, concentração e senso de responsabilidade, além de estabelecerem uma conexão direta com a comunidade externa, especialmente com o público infantil. A ação conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação de Guaxupé, que fará a destinação das peças às unidades de ensino infantil.
Entre pontos cuidadosamente alinhados e cores vibrantes, o projeto mostra que iniciativas simples podem gerar impactos profundos, aproximando realidades distintas e criando novas possibilidades a partir do trabalho, da empatia, humanidade e da chance de recomeçar.

Fonte – https://correiosudoeste.com.br/