Veja aqui as feiras e bazares de artesanatos que estão com inscrições abertas para você expor o seu artesanato
Agenda de eventos atualizada


Veja aqui as feiras e bazares de artesanatos que estão com inscrições abertas para você expor o seu artesanato

Oi, minha amiga crocheteira! 🧶✨
Se você adora criar amigurumis lindos e sonha em ver suas peças bombando nas redes sociais — e nas vendas também! —, precisa ficar de olho nas tendências de 2025.
Esse ano, o que está conquistando o coração das pessoas são amigurumis que misturam fofura, nostalgia e muita personalidade.
São peças perfeitas para encantar no Instagram e nas feirinhas de artesanato.
Hoje eu vou te mostrar o que está em alta para você se inspirar e criar peças que deixam qualquer cliente apaixonado!
Vamos juntas? ✨
1. Bichinhos da floresta em estilo baby
Raposinhas, cervos, corujinhas, esquilos e guaxinins continuam em alta — mas agora em versões ainda mais fofinhas e minimalistas, com olhinhos grandes e expressões delicadas.
🔹 Dica: Aposte em tons pastel e detalhes sutis como florzinhas ou lacinhos no pescoço.
2. Personagens de animes e mangás populares
O amor por animes só cresce! Em 2025, personagens de sucessos recentes como “Spy x Family”, “Jujutsu Kaisen” e “One Piece” estão super em alta — especialmente em versões miniatura.
🔹 Dica: Faça adaptações próprias para evitar problemas de direitos autorais, mas inspire-se no visual carismático desses personagens.
3. Criaturas mágicas e elementos da natureza
Dragões bebês, fadinhas, cogumelos com rostinhos e até mini-árvores encantadas estão entre os temas queridinhos.
🔹 Dica: Misture tons suaves com detalhes de brilho (como fios metalizados) para dar aquele toque mágico.
4. Pets personalizados continuam em alta
Criar amigurumis sob encomenda parecidos com pets de estimação vai ser ainda mais procurado em 2025, especialmente para presentear.
🔹 Dica: Capriche nos detalhes que deixam o pet único — como manchas, cor dos olhos e roupinhas.
5. Temas vintage e “cultura pop dos anos 90”
Bonequinhos inspirados em temas retrô — como brinquedos clássicos, desenhos dos anos 90 e objetos nostálgicos — estão conquistando os adultos que hoje buscam presentes cheios de significado.
🔹 Dica: Explore combinações de cores vibrantes típicas dos anos 90 (roxo, verde água, rosa pink).
Uma boa apresentação e um tema certo podem fazer seu trabalho ganhar muito mais visibilidade!
Não precisa seguir todas as tendências ao mesmo tempo.
Escolha aquilo que combina com o seu estilo e com o que você ama fazer.
O toque das suas mãos é o que transforma qualquer modinha em arte verdadeira. 🧶💕
Agora me conta: qual dessas tendências você quer experimentar primeiro? Vou adorar saber! ✨👇

Aproveitar todas as ferramentas do Facebook pode transformar suas vendas de artesanato. Com essas dicas, você estará no caminho certo para alcançar mais clientes e aumentar suas vendas. Boa sorte!

Olá amiga, já estão disponíveis as receitas com o tema de festa junina, você pode comprar a parte ou pode fazer parte do nosso clube de assinatura e ter acesso a todas as receitas disponiveis no nosso site e muito mais por apenas R$ 97,00 por mês!

Artesãos, empreendedores e empresas do setor de artesanato terão chance única de expandir suas fronteiras comerciais para o mercado europeu
A sétima edição do programa Jornada Exportadora está com inscrições abertas para artesãos, empreendedores e empresas do setor de artesanato que desejam ampliar suas vendas e alcançar o mercado europeu. Com data marcada para os dias 30 de junho a 04 de julho, essa edição terá como destino Portugal, uma porta de entrada para os produtos brasileiros na Europa. Inscreva-se aqui.
A Jornada Exportadora Lisboa 2025, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), é uma excelente oportunidade para artesãos, empreendedores e empresas do setor de artesanato se prepararem para a internacionalização de seus negócios. A missão ocorrerá em Lisboa, Portugal, e tem como objetivo capacitar as empresas para atuarem no competitivo mercado europeu.
Uma Imersão Estratégica no Mercado Europeu
Durante a jornada, os participantes terão acesso a uma programação intensa que incluirá webinars, mentorias pré e pós-evento, seminários técnicos com especialistas locais, visitas técnicas e rodadas de negócios com compradores e potenciais parceiros europeus. O roteiro preparado pretende proporcionar uma imersão completa, preparando os participantes para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades do mercado europeu.
Além disso, a jornada oferece atividades preparatórias para fortalecer a competitividade das empresas e da produção artesanal brasileira no cenário internacional. Cada edição do programa proporciona uma análise detalhada do posicionamento dos produtos e serviços no mercado-alvo, permitindo que as empresas participantes se ajustem e potencializem seus resultados comerciais. No caso do artesanato, a ação adquire ainda uma outra perspectiva de desenvolvimento, em termos de fortalecimento do trabalho das comunidades e culturas tradicionais indígenas, quilombolas e empoderamento feminino, além de promover a diversidade cultural brasileira por meio de objetos que encantam o mundo.
Essa edição do Programa Jornada Exportadora insere-se no escopo do Programa Brasil Feito à Mão, que tem como objetivo criar e consolidar projetos que garantam a jornada completa de artesãs e artesãos brasileiros para o exterior, com foco na competitividade exportadora e geração de emprego e renda.
Os participantes selecionados para essa edição do Programa Jornada Exportadora receberão informações preliminares, orientações sobre oportunidades e desafios e suporte no planejamento para otimizar seus resultados comerciais. E como novidade deste ano, haverá o apoio financeiro do Sebrae, que irá conceder passagens e hospedagem para até 10 pequenos negócios selecionados que atendam aos critérios do regulamento.
As inscrições para a esta edição do Programa Jornada Exportadora estão abertas até o dia 16 de maio. Entre os critérios classificatórios, destacam-se a participação no Programa de Qualificação para a Exportação (PEIEX) ou no Projeto Brazil Machinery Solutions, ser uma empresa não exportadora ou iniciante, e possuir representatividade regional (empresas localizadas no Norte, Nordeste ou Distrito Federal).
O Programa Jornada Exportadora faz parte também das iniciativas inclusivas do Programa Mulheres e Negócios Internacionais e oferece pontuação extra para empresas com mulheres e/ou pessoas pretas ou pardas em posições de liderança estratégica.
Junte-se à Jornada Exportadora e não perca a oportunidade de explorar novos horizontes de negócios. Contamos com sua participação!
Serviço
Jornada Exportadora do Artesanato – 2025
Edição: Lisboa, Portugal
Datas: De 30 de junho a 04 de Julho
Inscrições: Até 16 de maio
Link de inscrições: Clique aqui.
Regulamento: Clique aqui.
Sobre o Programa Jornada Exportadora
Criado pela ApexBrasil, o programa Jornada Exportadora é uma missão internacional que leva empresários brasileiros para conhecer e realizar negócios em mercados internacionais. Cada edição do Programa Jornada Exportadora inclui visitas técnicas, imersão nos mercados selecionados e rodadas de negócios com compradores locais. As Jornadas são definidas de acordo com mercados potenciais e setores produtivos específicos definidos previamente. Para a escolha, são levados em conta critérios como facilidade de acesso ao mercado, aceitabilidade de produtos brasileiros, facilidades de logística para a exportação, barreiras tarifárias e não tarifárias do mercado alvo, entre outros.
O Programa tem como objetivo atender à demanda por ações de promoção de exportações de empresas exportadoras iniciantes ou não exportadoras, em especial de pequenos negócios. A iniciativa surgiu como uma forma de oferecer uma primeira oportunidade de imersão em um mercado internacional para empresas que estivessem começando sua jornada de exportação. A ideia é que empresas qualificadas por meio de iniciativas da Agência tenham uma oportunidade real de negociação com compradores e de conhecimento de mercado.
A partir dessa experiência a empresa consegue compreender como produtos semelhantes aos seus estão posicionados no mercado, qual a forma de consumo dos produtos e o que os compradores daquele mercado estão buscando em termos de diferencial competitivo.
Tema: Expansão Internacional
Mercado: América do Sul — Europa
Setor de Exportação: Moda — Máquinas e Equipamentos — Casa e Construção — Economia Criativa
Setor de Investimento: Não se aplica
Idioma de Publicação: Português
Fonte – https://apexbrasil.com.br/

Vendendo pelo Marketplace do Facebook
O Marketplace do Facebook é uma plataforma onde os usuários podem comprar e vender produtos localmente. Aqui estão os principais aspectos de como funciona:
O Marketplace do Facebook é uma maneira conveniente de se conectar com pessoas na sua área para comprar e vender, aproveitando a ampla base de usuários da plataforma.

Pavilhão da Bienal sedia um dos maiores eventos voltados para o segmento, destacando sua importância econômica e cultural
De 21 a 25 de maio, o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, recebe a 19ª edição do Salão do Artesanato. Após 15 edições em Brasília e 3 na capital paulista, o evento volta à cidade em 2025 reunindo artesãos de todos os estados e do Distrito Federal. Em destaque, estão trabalhos autorais e técnicas tradicionais, incluindo a participação de representantes do Vale do Ribeira, como a Associação das Artesãs Custódia de Jesus da Cruz, de Apiaí (SP), que leva ao público cerâmicas típicas da região.
Além de compras e negócios, o convite é para uma imersão no universo do artesanato brasileiro, com mais de 100 mil peças moldadas, trançadas, costuradas, entalhadas e esculpidas com talento genuíno. Com entrada franca, o Salão é um programa para toda a família e oferece exposição e venda de peças artesanais, apresentações musicais diárias, performances, desfiles, praça de alimentação e áreas de descanso. A expectativa é atrair mais de 60 mil visitantes e superar os R$22 milhões movimentados em 2024, entre vendas diretas e negócios futuros. O evento tem apoio do Programa do Artesanato Brasileiro – PAB/Ministério do Empreendedorismo, da Micro e Pequena Empresa/Governo Federal e do Sebrae, parceiros desde a primeira edição.
“Atuamos para consolidar o Salão do Artesanato no calendário de eventos de São Paulo, com o objetivo de torná-lo anual na maior cidade do país. A recepção foi maravilhosa nas edições anteriores e, em 2025, queremos fazer história com o melhor do artesanato produzido em todos os cantos do Brasil”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos, à frente da realização. O tema de 2025 será “A arte que vem da fibra”, homenageando a diversidade e força do artesanato brasileiro. “É simbólico e abrangente, pois valoriza o uso de fibras naturais em todo o país — como capim dourado, bananeira, licuri, carnaúba, tururi e piaçava — e, também, a ‘fibra’ dos artesãos, que com criatividade, resistência e amor pela arte mantêm vivas tradições, superam desafios e garantem sustento a milhões”, explica Leda Simone, diretora-executiva da Rome Eventos.
Também nas fibras, o Vale do Ribeira mostra sua versatilidade. As irmãs Zuleide e Suzana, especializadas no trabalho com a palha de milho, elaboraram uma peça, especialmente, para uma das mostras do Salão, que tem curadoria de Cleide Toledo, vice-presidente da Conart.
A ampla representatividade do artesanato brasileiro no evento é possível graças à parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro – PAB/MEMP e com o Sebrae. Para o Ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte do Brasil Ministro, Márcio França, “o Salão do Artesanato é mais do que uma feira; é uma celebração da criatividade e da diversidade cultural do nosso país. Cada peça exposta reflete a história de um povo e o talento de nossos artesãos. Eventos como este reforçam nosso compromisso em valorizar e promover o artesanato brasileiro, seguindo a orientação do presidente Lula de fortalecer a cultura popular e gerar oportunidades para quem vive do artesanato”.
Não se trata apenas da presença de artesãos de todo o país. A curadoria atuou no sentido de apresentar em São Paulo trabalhos e artesãos que revelem a produção mais característica de todas as localidades, refletindo a identidade e a história de suas comunidades. Para abrigar tanta riqueza, a ala do PAB ocupa todo 1º piso e parte do 2º andar da Bienal e destina estandes a todas as unidades da federação. O programa ainda disponibiliza estandes para a Confederação Brasileira de Artesãos (Conart) e a Confederação Nacional do Artesãos do Brasil (Cnarts), fundamentais para a organização do segmento e difusão do artesanato.
Em uma abordagem inovadora, o Sebrae Nacional selecionou para o evento artesãos premiados das cinco edições do Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato. Os participantes — pequenas e microempresas, cooperativas, associações e microempreendedores individuais — foram considerados a partir de critérios como qualidade estética, inovação e experiência comercial.
O Sebrae Espírito Santo e a Secretaria da Retomada de Goiás também aproveitam a oportunidade de levar o artesanato de suas regiões para a maior vitrine do país. Mesmo com os estados presentes na ala do PAB, investiram em espaços próprios para levarem mais artesãos e peças para o Salão. Há, ainda, estandes reservados a expositores independentes de todo o Brasil.
A arte que pulsa no Salão
A programação cultural do Salão do Artesanato 2025 celebra a diversidade brasileira ao unir tradição e inovação, reverenciando a diversidade da produção artística brasileira. Na música, o grupo Canto da Mata traz a força do Boi-Bumbá de Parintins; o Forró Maria Lua reverbera os ritmos do Nordeste com identidade e alegria; Rodrigo Zanc e Murilo Romano revisitam o cancioneiro caipira em tom intimista; e a Banda Canaviera celebra
clássicos, traz releituras da Tropicália e novos sons da música nacional. Já o espetáculo “Luz e Movimento”, do projeto Triskle, com Gustavo Ollitta e Bárbara Francesquine, mistura arte circense e tecnologia, hipnotizando o público com um balé de luzes e formas.
Na interseção entre moda, artesanato e memória, o evento reforça seu compromisso com a originalidade. Reconhecido no Brasil e no exterior pela maestria com que traz para contemporaneidade a ancestralidade indígena, Maurício Duarte, estilista amazonense, oriundo do povo Kaixana, apresenta sua coleção “Muiraquitã”, fruto de um trabalho coletivo, realizado por muitas mãos talentosas de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, São Paulo e Minas Gerais, refletindo a essência colaborativa e inclusiva que permeia a marca.
Já o desfile com coordenação e styling de Ander Oliveira propõe a criação de looks a partir de peças expostas para a venda no próprio evento para revelar como o feito à mão brilhar com estilo e inventividade. Para dar ainda mais personalidade à performance fashion, a trilha sonora será executada ao vivo por uma banda de pífanos formada apenas por mulheres LGPTQIA+, todas acima de 50 anos. Ou seja, um babado tecido com muita inclusão.
Essa bossa entre moda e tradição se desdobra nas mostras que compõem o Salão. No espaço “Ateliê dos Mestres Artesãos” 10 Mestres selecionados pelo PAB demonstrarão suas habilidades, comercializarão suas peças e interagirão com o público contando um pouco de suas histórias. Reconhecidos pela expertise e legitimidade para transmitir saberes, esses profissionais representam o elo vivo entre o passado e o futuro do fazer artesanal exposição. A “Exposição dos Estados Brasileiros” apresentará 27 peças que
sintetizam o espírito criativo de cada região do país, revelando a pluralidade do artesanato nacional. Já na vitrine conceitual “Moda Artesanal”, estarão expostas peças de vestuário e acessórios. Neste ano, o espaço ainda abriga a exposição “Mestres de Fibras”, em sintonia com a temática do evento, com exibição de peças forjadas através de técnicas que transformam o que brota da terra em cestos, trançados, esculturas e outras maravilhas.
Clássicos do Salão do Artesanato
Entre expositores do PAB e independentes, algumas participações têm feito história nas edições do Salão do Artesanato, tamanha a procura por suas criações. É o caso das carteiras em marchetaria, do Acre; da arte santeira, do Piauí; os cãezinhos talhados em madeira e inspirados na “Baleia”, do romance “Vidas Secas”, de Marco de Sertânia, do Pernambuco; os bordados de Minas Gerais; as roupas de cama mesa e banho do Nordeste; os enfeites e acessórios em capim dourado, do Tocantins; a arte de forte tradição indígena indígena do Amazonas; a cestaria do mestre Juão de Fibra, de Goiás, e muito mais. Uma festa para quem busca uma peça especial, com o caráter da exclusividade que só o artesanato pode garantir.
Sinônimo de arte e cultura, o Pavilhão da Bienal é o cenário ideal para abrigar um evento que celebra o artesanato brasileiro, uma expressão cultural preciosa que engloba tipologias como cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e muito mais. Há qualidade e quantidade. São cerca de 500 artesãos presentes, mas que
representam milhares de outros talentos, já que muitos trazem trabalhos de coletivos, associações e confederações. Entre as peças a serem comercializadas, há desde as menores, como acessórios e utensílios, até as maiores, como esculturas, objetos de decoração e móveis.
Oficinas e palestras
Sob a coordenação do programa Mãos e Mentes Paulistanas, o público poderá participar de uma programação gratuita de oficinas e palestras, mediante inscrição feita no próprio local. De pessoas que já trabalham com artesanato, passando por quem deseja desenvolver habilidades com potencial empreendedor, até crianças interessadas em aprender mais sobre o valor do artesanato como expoente da cultura brasileira — todos são bem-vindos.
Já para os artesãos expositores haverá oportunidades de qualificação e aprimoramento na comercialização de seus produtos. A Roda de Conversa “Arte Sol e Museu A Casa – Iniciativas que fortalecem o artesanato brasileiro”, focará em experiências que promovem e valorizam o setor; e “Exportação do Artesanato Brasileiro”, com a ApexBrasil, compartilhará orientações sobre o acesso a mercados internacionais.
Economia
Realizar o salão do artesanato em São Paulo representa uma oportunidade estratégica para ampliar a visibilidade e o impacto do evento. Como maior centro econômico e cultural do país, a cidade atrai um público diversificado, incluindo consumidores, lojistas, designers e investidores, o que impulsiona as vendas e a valorização do artesanato brasileiro.
Os resultados das edições passadas apontam neste sentido, a começar pelo grande público que circulou pelo evento. Na 18ª edição, realizada em 2024, foram comercializadas, apenas nos estandes do PAB mais de 60 mil peças. Considerando os demais participantes, mais de 100 mil peças foram vendidas de forma direta, com um
volume de negócios superior a R$7 milhões de reais. Com o fomento dado pelo evento à realização da Rodada de Negócios, onde na última edição participaram 48 compradores, os negócios futuros foram estimados em R$ 13,8 milhões para os 12 meses seguintes. Números muito significativos para o setor.
Para 2025, espera-se ampliar ainda mais a participação de lojistas e artesãos e fortalecer a capacitação dos expositores para negociações mais eficazes. O crescimento da modalidade virtual também deve ser explorado para expandir o alcance da rodada para mercados internacionais. “Com base nos resultados da Rodada de Negócios de 2024, as expectativas são promissoras, a começar pelo número de compradores, que deve subir para cerca de 100. Além disso, a integração das rodadas presenciais e virtuais resultou em mais contatos efetivados, demonstrando essa forte demanda do mercado”, revela Lica Marques, responsável pela Rodada de Negócios no evento. Os lojistas terão no evento um espaço especialmente montado para eles, com acolhimento especial e área para reunião com artesãos.
O segmento de artesanato do país congrega mais de 230 mil inscritos na base nacional do PAB. Além da geração de emprego (cerca de 4 mil entre diretos e indiretos), para a realização do evento são contratadas mais de 30 empresas prestadoras de serviços para a produção, há mobilização da rede hoteleira e de bares e restaurantes da cidade com a presença de artesãos de todo o país, movimentando toda a cadeia produtiva do turismo.
Sustentabilidade e inclusão social
O Salão do Artesanato está comprometido com a agenda de sustentabilidade e inclusão social, alinhando-se às boas práticas da Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG). Com a elaboração da Declaração de Propósitos e Compromissos de Sustentabilidade, traçou estratégias para atendimento especial a pessoas com deficiências; adoção de modelo de gerenciamento seletivo de resíduos para proporcionar destino correto a rejeitos, recicláveis e orgânicos; campanha de educação para a sustentabilidade na rede social do evento; inclusão socioprodutiva nas contratações das equipes de produção e qualificação da cadeia produtiva envolvida com o evento. Pelo terceiro ano consecutivo o evento recebe o “Selo Carbon Free”, pelas ações de compensação de carbono através do plantio de árvores.
Espaço
Em mais de 14 mil m2, ocupando o 1º e o 2º pisos do Pavilhão da Bienal, o Salão do Artesanato tem áreas destinadas a estandes comerciais, palco para apresentações culturais, espaços de exposições, salas de oficinas, sala de Rodada de Negócios, espaços operacionais, banheiros, praça de alimentação interna e externa (Praça das Bandeiras), sala de imprensa, espaços operacionais e áreas confortáveis de convivência e descanso com estrutura para carregamento de dispositivos eletrônicos.
Programação
Apresentações culturais, desfiles, palestras e oficinas
21 de maio (quarta-feira)
• 14h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento, com Gustavo Ollita e Bárbara Francesquine
• 17h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento, com Gustavo Ollita e Bárbara Francesquine
• 19h: Show Canto da Mata – O Ritmo Quente da Amazônia
22 de maio (quinta-feira)
• 10h às 11h: Roda de Conversa Arte Sol e Museu A Casa – Iniciativas que fortalecem o Artesanato Brasileiro
• 13h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 16h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 18h: Show Rodrigo Zanc – Viola… Raízes e Frutos
• 19h30: Desfile do estilista manauara indígena do povo Kaixana, Maurício Duarte
23 de maio (sexta-feira)
• 10h às 11h: Palestra APEX – Exportação do Artesanato Brasileiro (somente para expositores)
• 13h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 16h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 18h: Show de forró pé de serra com o Grupo Forró Maria Lua
• 19h30: Desfile performático com confecções dos artesãos expositores do evento, acompanhado pela banda de pífanos – coordenação de styling: Ander Oliveira
24 de maio (sábado)
• 13h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 16h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 19h30: Show Samba do Chicão com Marina Rosa
26 de maio (domingo)
• 11h30: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 13h: Projeto Triskle – espetáculo Luz e Movimento
• 16h: Show da Banda Canavieira – Viva a Música Brasileira
SERVIÇO:
19º Salão do Artesanato
Pavilhão da Bienal- Parque do Ibirapuera- São Paulo
De 21 a 25 de maio
Das 11h às 21h (para o público em geral)
De 21 a 23 de maio
Das 10h às 11h (acesso exclusivo para lojistas)
Entrada franca
www.salaodoartesanato.com.br
instagram: @salaodoartesanatooficial
facebook: Salão do Artesanato
Fonte- https://registro.portaldacidade.com/

Se você faz amigurumi, seja por hobby ou para vender , sabe que escolher o fio certo faz toda a diferença no resultado final da peça.
Textura, definição dos pontos, durabilidade… tudo começa no material.
E a boa notícia é que hoje existem diversas lojas online brasileiras especializadas em fios ideais para amigurumi, com entrega para todo o país.
Neste guia, reunimos algumas das principais opções para você comprar com segurança.
Essas lojas atendem todo o Brasil e trabalham com marcas conhecidas como Círculo, Pingouin e EuroRoma, além de fios específicos para bonecos.

Uma das lojas mais conhecidas entre artesãs de amigurumi.
✔ Fios com textura macia
✔ Boa durabilidade
✔ Grande variedade de cores
👉 Ideal para quem busca qualidade consistente e acabamento bonito nas peças.

Além dos fios, também oferece kits completos para projetos.
✔ Ótima para iniciantes
✔ Conteúdos educativos e receitas
✔ Presença ativa nas redes sociais

Muito conhecida pelas promoções e variedade.
✔ Fios Amigurumi Círculo
✔ Preços competitivos
✔ Atendimento via WhatsApp

Boa opção para quem prioriza rendimento.
✔ Fios 100% algodão mercerizado
✔ Excelente definição de pontos
✔ Ideal para peças mais estruturadas

Foco em fios mais delicados e macios.
✔ Ótimo para peças fofinhas
✔ Ideal para amigurumis infantis
✔ Boa curadoria de produtos

Outra loja confiável com foco em fios específicos.
✔ Trabalha com Amigurumi Círculo
✔ Boa variedade de cores
✔ Entrega nacional
Essas lojas têm base em alguns estados, mas também enviam para todo o país.
| Estado | Loja | Destaques |
|---|---|---|
| SP | Lã Formosa | Grande variedade de marcas (Círculo, Pingouin) |
| SP | Rei do Armarinho | Loja tradicional desde 1926 |
| PR | Armarinho São José | Fios Amigurumi Slim, Zoo Kids e kits |
| PR | Casa das Linhas Londrina | Fios + acessórios completos |
| SP | Safira Armarinhos | Fios diferenciados como Chenille |
Aqui estão os principais canais de contato das lojas mencionadas , incluindo site, Instagram e, quando disponível, WhatsApp.
👉 Um dos atendimentos mais completos (inclusive com WhatsApp direto).
👉 Marca grande, com forte presença digital (menos foco em WhatsApp direto).
👉 Uma das melhores opções pra quem gosta de comprar direto pelo WhatsApp.
👉 Contato mais centralizado no Instagram.
👉 Loja com bastante variedade de fios específicos para amigurumi
👉 Boa opção complementar com fios Círculo.
👉 Loja tradicional (menos presença em redes sociais).
Antes de finalizar sua compra, observe:
✔ Tipo de fio (algodão mercerizado é o mais usado)
✔ Espessura (compatível com sua agulha)
✔ Avaliações da loja
✔ Valor do frete para sua região
Hoje, a maioria das lojas de amigurumi usa o Instagram como principal vitrine.
É lá que você encontra:
✨ Novidades
✨ Promoções
✨ Inspirações de peças
✨ Lançamentos de cores
E muitas delas também vendem direto pelo WhatsApp, geralmente disponível no link da bio.
Se você chegou até aqui, provavelmente está procurando onde comprar fios de qualidade para amigurumi sem erro.
E deixa eu te falar uma verdade simples:
👉 a loja certa influencia diretamente no resultado da sua peça (e nas suas vendas)
Mas também tem outro ponto importante…
💡 Nem sempre a melhor opção é comprar em loja tradicional.
Hoje, muitas artesãs estão comprando fios diretamente pela Shopee e não é à toa:
✔ preços mais baixos
✔ kits com várias cores
✔ frete com desconto ou grátis
✔ cupons frequentes
✔ avaliações de outras artesãs
👉 E foi por isso que a gente reuni os melhores fios aqui:
👉 https://collshp.com/apaixamigu/category/3201524
✔ Fios Amigurumi Círculo
✔ Amigurumi Soft
✔ Barroco (para peças maiores)
✔ Kits com várias cores
✔ Linhas ideais para iniciantes
✔ Opções premium para peças mais sofisticadas
✔ Quem quer economizar na compra de materiais
✔ Quem está começando no amigurumi
✔ Quem produz para venda e precisa de volume
✔ Quem quer testar diferentes tipos de fios
Antes de comprar, observe:
✔ Algodão mercerizado → melhor definição de pontos
✔ Fio mais grosso → peças maiores e mais rápidas
✔ Fio mais fino → peças delicadas e detalhadas
👉 Dica da Central:
Se estiver começando, vá de Amigurumi tradicional da Círculo é o mais equilibrado.
Aqui vai a real, sem enrolação:
| Situação | Melhor opção |
|---|---|
| Comprar poucas unidades | Lojas tradicionais |
| Comprar com economia | Shopee |
| Comprar kits | Shopee |
| Precisar rápido | Loja nacional |
| Testar novos fios | Shopee |
👉 Estratégia inteligente:
Use as lojas para referência e a Shopee para economizar.
Na Shopee, você pode:
✔ Ver fotos reais das peças feitas com o fio
✔ Ler avaliações detalhadas
✔ Descobrir novas marcas
✔ Aproveitar cupons escondidos
👉 Isso reduz MUITO o risco de comprar errado.
Antes de finalizar a compra:
✔ Veja avaliações com fotos
✔ Confira a espessura do fio
✔ Veja o prazo de entrega
✔ Compare vendedores
👉 Isso garante que você não tenha surpresa.
Se você quer:
✨ economia → Shopee
✨ variedade → Shopee
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👉 Então vale MUITO a pena começar por aqui:
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Salva esse post porque ele pode te ajudar sempre que for comprar material.
E se você trabalha com amigurumi…
👉 escolher bem o fio é o que separa um hobby de um negócio lucrativo.

Oi, minha amiga crocheteira! 🧶💛
Se você já sentiu o coração aquecer ao terminar um amigurumi, imagine o que ele pode fazer por alguém que está passando por um momento difícil.
O amigurumi não é apenas um enfeite — é também um abraço de linha, uma esperança em forma de bonequinho, uma companhia silenciosa cheia de amor.
Hoje quero conversar com você sobre como o seu dom pode ser uma ferramenta poderosa para confortar e transformar vidas.
Amigurumis terapêuticos são aqueles feitos com a intenção de trazer conforto, companhia e afeto para quem está passando por:
Essas peças carregam mais que linha e enchimento — elas carregam amor, esperança e força.
1. Prefira modelos pequenos e fáceis de segurar
Bonequinhos que cabem nas mãos são perfeitos para pessoas acamadas ou que precisam de algo para apertar e sentir segurança.
2. Aposte em cores suaves e acolhedoras
Tons pastel, como azul clarinho, amarelo, rosa bebê e lilás, transmitem calma e conforto.
Evite cores muito escuras ou chamativas demais.
3. Dê preferência a fios macios e antialérgicos
Use fios 100% algodão ou específicos para bebês — eles são mais seguros e confortáveis, principalmente para pessoas em recuperação.
4. Pense em formas reconfortantes
Animais fofinhos, anjinhos, corações e bonequinhos sorridentes são ótimas opções para transmitir acolhimento.
5. Capriche nos detalhes de segurança
Evite peças pequenas soltas (como olhos de plástico) em amigurumis destinados a hospitais ou crianças pequenas. Prefira bordar os olhos e sorrisos.
Antes de doar, verifique se o local aceita brinquedos de tecido e se existem exigências específicas (alguns hospitais pedem que a peça seja nova, embalada ou feita com materiais específicos).
Cada ponto de crochê que você dá é um gesto de carinho.
Seu amigurumi pode ser aquele pedacinho de alegria no dia difícil de alguém.
E não há nada mais lindo do que usar a arte das suas mãos para aquecer corações. 🧶💕
Então, que tal separar alguns novelos especiais e criar um amigurumi cheio de boas energias para alguém que precisa?
Me conta: você já pensou em fazer amigurumis para doação ou presentear alguém especial? Vou adorar saber! ✨👇

Você já fez um amigurumi lindo, com pontos perfeitos e cores harmoniosas… e na hora de costurar os bracinhos ele ficou torto, com o braço caído, fios aparecendo ou a peça se soltando?
Se a resposta for sim, você não está sozinha. A costura é a etapa que separa um amigurumi bonito de um amigurumi profissional — e, para quem vende, é exatamente esse acabamento que justifica um preço melhor e fideliza clientes.
A boa notícia? Costura perfeita não é dom: é técnica + método + treino. Neste guia, você vai aprender o passo a passo completo, os materiais certos, os erros mais comuns e as dicas de quem vive de vender amigurumi. Vamos lá?
Muitas artesãs pulam a costura ou fazem “na pressa” para terminar a peça. O problema é que o acabamento é o primeiro ponto que o cliente avalia ao segurar o amigurumi nas mãos. Uma costura firme, invisível e simétrica comunica três coisas ao cliente: cuidado, qualidade e durabilidade.
Para quem está começando, parece detalhe. Para quem vende, é o que diferencia a peça que vale R$ 80 da que “a vizinha faz por metade do preço”. Na prática, o acabamento é o seu cartão de visita.
| Cenário | Efeito no seu negócio |
|---|---|
| Costura bem-feita e invisível | Cliente paga mais caro sem reclamar e volta para encomendar |
| Costura frouxa, com fios à mostra | Cliente acha que “poderia fazer melhor” e compara com o preço da vizinha |
| Peça que “solta o bracinho” após o uso | Reclamação, devolução e prejuízo para a sua reputação |
Amigurumis quase sempre vão parar nas mãos de bebês e crianças pequenas. Pontos fechados, costuras firmes e olhos bem fixados não são só estética — são uma questão de segurança. Uma peça mal costurada pode soltar partes pequenas que viram risco de engasgo.
Começar com as ferramentas certas economiza tempo e frustração. Veja o essencial para costurar amigurumi com perfeição:
A queridinha das experientes: a curvatura permite enxergar exatamente onde o fio entra e sai, deixando os pontos bem pequenos e invisíveis.
Para espaços apertados. Prefira sempre a mais fina possível para não distorcer os pontos do crochê.
Para fixar as peças na posição exata antes de costurar. Os longos dão mais segurança na montagem.
Ajudam a segurar membros e a marcar posições de referência para manter a simetria.
A costura some no trabalho. Guarde sempre uma meada sobressalente do fio de cada projeto.
Para dar acabamento no enchimento na hora da montagem, alcançando pontas e orelhas.
Se o seu amigurumi é de fio plush/chenille (aquele bem felpudo), não costure com o próprio fio plush. Ele tem um miolo muito fino, quebra com facilidade e dificulta a costura. Use um fio de algodão fino da mesma cor — ele fica completamente escondido entre os pelos e a costura fica muito mais firme.
Antes de encostar a agulha na peça, faça estes três preparativos. Eles são o que diferencia a montagem profissional da improvisada.
Use fibra siliconada e encha aos poucos, distribuindo bem. O enchimento deve ficar uniforme, sem “bolotas” e sem pontos vazios. Para membros, encha firmemente até a extremidade — é ali que o formato se define. Peças que vão em junções grandes (cabeça no corpo) precisam estar bem cheias para não criar aquele “pescoço flácido”.
Um dos erros mais clássicos: cortar o fio curto demais e ter que emendar no meio da costura (fio emendado = ponto fraco na peça). A regra prática é: corte um fio que dê para enrolar 3 a 4 vezes ao redor da abertura que você vai costurar. O que sobrar será escondido dentro da peça e vira reforço de enchimento. Além disso, sempre deixe a cauda longa das próprias peças — ela já serve como fio de costura e garante a mesma cor e espessura.
Antes de qualquer coisa, pense: como o seu amigurumi vai ficar depois de pronto? Sentado? Em pé? Com a cabeça inclinada? A posição dos membros muda completamente conforme a pose. Decida isso antes de começar, porque corrigir depois significa descosturar tudo.
Esse é o fluxo que as profissionais usam para nunca errar a posição e nunca ter que refazer. Siga nesta ordem:
Prenda cada peça (braços, pernas, orelhas, focinho) com alfinetes exatamente onde elas devem ficar. Confira a simetria: conte os pontos entre o braço e o centro do corpo nos dois lados. Olhe o bichinho de frente, de lado e de costas antes de dar a primeira costurada.
Esse é o passo que quase ninguém faz e que salva a montagem: faça uma costura de alinhavo (pontos largos e soltos, passando pelo centro da junção das duas peças) apenas para fixar a posição exata. Agora remova os alfinetes. Se a pose ficou boa, você tem a garantia de que a costura final será perfeita. Se ficou torta, é só descosturar o alinhavo e reposicionar — sem dano algum.
Com as peças fixas, faça a costura real. O método que dá o resultado mais limpo:
Dica da costura invisível: em vez de pegar os pontos inteiros, pegue apenas as alças internas (as partes de dentro dos pontos de crochê). A linha de costura fica escondida na emenda entre as peças e o resultado parece uma junção contínua, sem linha visível por fora.
Para junções entre uma peça aberta e uma fechada (a situação de 90% dos amigurumis — cabeça no corpo, focinho, orelhas), a técnica Seamless Join da designer June Gilbank (PlanetJune) é considerada a referência mundial em junção invisível, com vídeo-tutorial gratuito no blog dela.
Costure sempre com o membro já posicionado na pose final do bichinho (dobra do cotovelo/joelho visível, se for o caso). Costure em duas direções cruzadas na base para evitar que o membro “gire” ao ser puxado pela criança. Para bonecos articulados, use a técnica do fio de junção (thread jointing) ou botões de pressão de feltro interno para dar movimento.
É a junção mais visível do amigurumi. Encha bem as duas peças, alfinete com pontos de referência (nariz alinhado ao centro do peito), alinhave, e costure com pontos muito curtos na base do pescoço. Depois da costura, preencha com fibra extra a área de transição pescoço/ombros para eliminar qualquer “degrau” entre as peças.
Dobre a base da orelha antes de costurar (se a receita pedir) e prenda com alfinetes. Costure a base inteira, não só as pontas — orelhas presas só nas pontas caem e torturam a costureira depois. Para orelhas grandes e pesadas, vale costurar também uma linha de reforço no meio.
O rosto é o que o cliente olha primeiro. Use alfinetes para marcar todos os pontos por onde a agulha vai passar antes de começar a bordar, e siga a simetria e a proporção — não apenas os furinhos dos pontos de crochê. Fios de bordado (Maxi Mouline ou fio de algodão mercerizado) com agulha de ponta dão acabamento muito mais definido que fios grossos de crochê.
Para peças destinadas a bebês e crianças abaixo de 3 anos, prefira olhos bordados em vez de olhinhos de segurança — bordado não se solta, olhinho de trava solta. Se usar olhinhos de segurança, confira se a trava está bem apertada e nunca corte a haste antes de trancar.
| Erro comum | Como evitar |
|---|---|
| Costurar direto, sem alfinetar | Siga o método alfinetar → alinhavar → costurar |
| Fio de costura curto demais | Regra das 3–4 voltas na abertura |
| Puxar pouco o fio → folga entre as peças | Puxe cada ponto para as peças ficarem coladas |
| Pegar pontos grandes → linha visível | Pontos curtos, pegando 2–3 mm |
| Peça torta ou desproporcional | Descosturar e refazer — sem drama! |
| Olhos/bordado assimétricos | Marcar tudo com alfinetes antes de bordar |
| Emendar fio no meio da costura | Sempre fio longo; sobra vira enchimento interno |
| Pontos frouxos com buracos na peça | Usar agulha de crochê um número menor ou tensionar mais os pontos |
E um conselho final de mentalidade: a costura não precisa ser perfeita na primeira vez — precisa ficar pronta. Se saiu torta, desmanche e refaça. O crochê não é pedra; o acabamento merece essa paciência, especialmente quando a peça vai para um cliente.
Em vez de acumular toda a costura para o final (e para a preguiça também), experimente o “costurar enquanto crocheta”: monte as peças pequenas primeiro e, assim que a peça principal chegar duas carreiras abaixo do ponto de união, prenda-as na hora. Você vê os dois lados da junção, o boneco vai se formando na sua frente e a ansiedade de terminar vira sua maior aliada!
Se você vende amigurumi, trate a costura como parte do seu processo produtivo cronometrado — ela geralmente consome de 20% a 40% do tempo total da peça. Calcule essas horas na precificação: acabamento profissional é diferencial competitivo e merece ser cobrado.
E use isso a seu favor na hora de divulgar:
Fotos de perto mostrando a junção invisível entre cabeça e corpo vendem mais que qualquer texto.
Mostrar a montagem (alfinetando, alinhavando, costurando) nos stories e reels gera desejo, educa o cliente e justifica o preço.
Mencionar olhos bordados, enchimento antialérgico e costuras reforçadas transmite confiança a mães e presentes.
Confira todas as junções puxando levemente cada membro e embale com capricho. A apresentação é o acabamento final da experiência de compra.
Costurar bem é treino — mas com esse método, cada peça sua vai sair mais perfeita que a anterior. E peças mais perfeitas valem mais. Boa costura! 🧸
Por trás de cada amigurumi entregue existe uma mulher que escolheu a cor, dobrou cada alça, encheu com cuidado e costurou com paciência. Não existe pressa quando o que se cria é afeto.
A costura, aquela etapa que tanta gente acha chata, é justamente onde o amor pela peça se prova. E é ela que faz o cliente abrir a caixa, olhar de pertinho e dizer: “isso aqui foi feito com carinho de verdade”.
Continue praticando, continue evoluindo. Suas mãos estão construindo algo seu — e o mundo precisa dessas peças feitas à mão, uma costurada de cada vez.
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